Este espaço destina-se à divulgação da pesca, em especial da pesca à bóia, spinning e da pesca de competição, onde relato as minhas pescarias e aventuras na região Oeste

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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Grades ao spinning, o que é isso??

Com o final do ano a correr de feição no que toca ao spinning e como não à 2 sem 3, tive de voltar ao mar para mandar umas amostras e ver se continuava de mão quente.
Uma vez que tinha a viagem de trabalho a Cabo Verde marcada, não podia ir sem me despedir do nosso mar, desta vez não fui à leitaria, pois a maré não era de feição, assim saí bem cedo, Porto Chão como destino pensado.

Pelo caminho, cruzei-me com o Luís Tomás, curiosamente ia a sair de casa para ir também ao mar mandar uns plásticos, parei o carro e como a noite estava fria paramos nas bombas para beber um café e colocar a conversa em dia.

Depois do café tomado, seguimos caminhos diferentes, isto da pesca é mesmo assim, cada cabeça sua sentença, eu nisso sou um bocado teimoso, se já ia com a ideia num pesqueiro, muito dificilmente mudo de ideias.

De lanterna na cabeça, desci a arriba de Gentias, a maré já descia, o mar já não estava manso, estava com um bom toque, bem certinho, comecei a bater todos os buraquinhos, ora com amostras, ora com vinis, mas do peixe nem sinal, entretanto amanheceu e desceram mais pescadores que ao buldo tentavam a sua sorte.

Sem sentir peixe, fui explorando mais a norte, até chegar ao Porto Chão, aproximo-me de um pescador e pergunto se já tinha tirado algum, negativo, também não tinha nada.
A maré já repontava, fico 20mts ao lado do pescador, olho para o pesqueiro e pego na amostra Daiwa SP Minnow sardinha, puxo bem da culatra atrás e lá vai ela certinha parece que tinha olhos he he he já que 3 maniveladas depois lá estava o carreto a cantar ZZZZZZZZzzzz......bela arrancada a levar fio e a cana bem dobrada, com aquela distancia toda e a fazer um trabalho daqueles vi logo que era um bom peixe.
Com calma fui trabalhando o peixe, que dignamente deu uma bela luta, pensava que tinha novamente um torpedo daqueles que faz bater o coração a mil.
O peixe insistia em procurar refugio das pedras, tive de o desviar e tentar encaminha-lo para uma zona mais acessível, o outro colega que lá estava nem se deu ao trabalho de me ajudar, tal era a azia de ter chegado ao lado dele e ao 1º lance ferrar logo um.
Eu nesta situação de peixes grandes, ajudo seja ele quem for, mas pronto, com muita calma acabei por encalha-lo e deitar-lhe a mão.

Era em belo robalo, mas não tão grande como pensava, tinha 4,100kg, depois de o colocar no saco continuei a insistir, mas até ao final da jornada não deu mais nada.
Foi sem duvida uma boa despedida, agora estou a ressacar em Cabo Verde com falta de pesca, por excesso de carga no avião, o meu material ficou retido em Lisboa, já conto os dias para voltar a pegar numa cana, sentir aquela maresia e frio matinal, para ver se ainda não perdi o jeito e se a mão ainda está quente he he he.
Quando voltar, que será em breve, conto como correu a 1ª saída, grande abraço a todos e boas varadas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Despertador para que te quero


Caros amigos, depois de saber que os robalos andavam pela zona, com 7 peixes apanhados num dia(2 pescas), não podia faltar à chamada e fazer o romper do dia novamente.
Então combinei uma jornada a 2 tempos, amanhecer ao spinning e depois uma pesca à bóia, o meu júnior antes do regresso às aulas queria ir matar saudades de uma pescaria e eu queria ver se apanhava mais alguns peixes compridos, não era sensato fazê-lo sair da cama pelas 5 da matina e com o frio que se fazia sentir ainda pior.
A ideia era eu ia spinnar com o Tiago Lucas e pelas 9 horas ele ia com o avô lá ter connosco para uma jornada à bóia, assim dava para tudo e para todos.
A coisa até tinha funcionado bem, não fosse eu estar todo estoirado, é que depois de uma directa o despertador tocou, eu basicamente desliguei-o e fiquei a dormir é muita dureza.
Quando acordei perto das 7 e meia, já era tarde para cumprir com o plano na sua totalidade e fique-me apenas pela jornada de bóia em família.
Lá nos fizemos os 3 à estrada, com o mar manso e aguas abertas, a solução foi procurar um pesqueiro mais fundo, onde fizesse alguma feição e espumasse alguma coisa para ver se enganávamos uns sargos.
Acabamos por apostar em São Lourenço, um local pouco frequentado por mim, mas bom para estar com o meu júnior, já que é um pouco mais alto e livre de banhos.
Após tudo preparado, canas montadas com 0,18mm e bóias de 6grs, engodo feito com sardinha e areia, para isco a rainha das iscas, beliscos de sardinha.
Após engodar o pesqueiro o júnior foi o primeiro a fazer peixe, com um belo sargo, depois disso mais alguns sarguinnhos devolvidos.
Desapareceram os sargos e entraram no pesqueiro umas salemas, que após proporcionarem boas lutas, foram sendo devolvidas. 
Com a maré a descer, deixamos de sentir peixe, acabamos por ir procurar novo canto para terminar a jornada, foi mesmo por baixo do forte que demos com mais uns sargos e mais umas salemas.
A jornada fica marcada por mais um momento engraçado, o meu júnior acabara de perder um peixe que levou o anzol, como andavam lá salemas, pensou que tinha sido uma que com aqueles dentinhos terríveis tivesse cortado a linha.
Pouco depois eu ferro um bom peixe, era um sargo lutador, após trabalhar o peixe, encalho-o em cima da pedra, o miúdo foi lá e agarrou nele, olha para a boca do peixe e tinha 2 anzóis he he he , um era meu e o outro era o dele, afinal não foi uma salema que ele tinha perdido, foi este sargo esfomeado, que depois de ferrado arrancou para algum buraco e cortou imediatamente o fio.
Foi logo uma guerra do caraças, ele dizia que aquele peixe era dele, ele é que o devia ter tirado e não eu, já que foi ele o primeiro a ferra-lo, para ajudar à discussão foi o maior da jornada.

Sem duvida bons momentos passados no mar, já se fazia tarde e a barriga pedia almoço, demos por terminada a jornada com 8 sargos na lata, o jantar estava garantido e estes foram direitinhos para a grelha, fresquinhos como tanto gostamos.
Devido ao cansaço desta vez safaram-se os robalos, mas não por muito mais tempo digo eu, o Tiago não vacilou e foi á leitaria safar a grade com um quileiro.
Abraços a todos e bons lances.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Últimas gotas da Leitaria Costa???

Depois de uma grande manhã de spinning, bastante produtiva, não podia deixar passar a oportunidade de lá voltar ao final do dia ver se lá tinham ficado esquecidos mais alguns robalos.
Como em equipa que ganha não se mexe, bem antes da hora combinada lá estava eu à espera do amigo Tiago Lucas para mais uns disparos.
Assim que ele chegou, já eu estava preparadíssimo, fato vestido e cana montada, o sol ainda estava alto, mas a vontade de entrar na agua era mais que muita, mar um pouco mais calmo que de manhã e agua mais aberta, faziam prever que o peixe ia aparecer mais durante a noite.
Fora essas suspeitas, em jeito de brincadeira ia dizendo ao Tiago, parece que já os estou a ver, vou por uma matadora e vou matar um ao primeiro lançamento,
Em passo de corrida, pois a cota de agua estava no ponto, fomos caminhando para o tal spot, apostei numa amostra que afunda pouco, uma Dansel Satya imitação de sardinha, apesar de já ter alguma agua, não tinha agua suficiente para amostras que afundem mais.
Salto para cima de uma pedra, puxo a colátra e lanço, 3 maniveladas e Tau, ZZZ…zzz carreto a cantar, digo ao Tiago, já lá tenho um e não é mau, trabalho o peixe e coloco em seco, um peixe engraçado na casa dos 2 quilos.
O Tiago começou logo a chamar-me leiteiro, é normal, parecia que tinha premeditado tudo e não é que calhou mesmo como tinha previsto, ele há coisas do diabo, estava mesmo em dia de mão quente.
Peixe no saco e voltei ao ataque, passados alguns minutos, novamente outro ferrado, este um pouco mais pequeno não deu tanta luta e em menos de nada estava na minha mão.
O Tiago insistia, mas sem sucesso, estava desmotivado pois já previa outra grade, continuamos a insistir, o sol já desaparecia no horizonte, dando lugar à noite, fui mudando de amostra, mas parecia que ali não andava mais peixe.
Fomos batendo outros cantos, a maré já descia até que finalmente o Tiago livra a grade com um peixe jeitoso, na bitola dos 2 kg, mudo novamente para a Dansel Satya, e passados poucos lances nova ferragem, após umas boas arrancadas, o peixe veio para terra e aproveitei a rebentação para lhe deitar a mão, outro peixe engraçado.
Ali continuamos a insistir, mas para mim a pesca estava feita, ainda fui tentar em mais 2 cantinhos, mas não tropecei em mais nenhum.
Já no regresso ao carro o Tiago insiste num cantinho e foi premiado com o maior peixe da noite, claro que insistimos mais um bocado, mas ficou por aqui.
3 peixes para mim e 2 para o Tiago, não foi mau, assim um gajo até fica mal habituado, já quase não sei o que é gradar.
Os olhos de cansaço não enganam, mas quando o peixe colabora a moral anda sempre em altas e obrigatoriamente temos de insistir.
Como a Leitaria Costa continuava aberta, na manhã seguinte ficou combinada nova investida, mas esta seria dividida em 2 partes, amanhecer ao spinning e manhã de bóia com o meu filho e o mau pai, resta saber se continuava a dar bons resultados.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Na Leitaria Costa 2 recordes batidos duma só vez

Pois bem caros amigos e seguidores e leitores do blog, tal como prometido irei retomar as lides dos relatos aqui no blog, do qual andei afastado e praticamente inactivo durante estes 2 últimos anos.

Com o final do ano à porta, escasseiam as provas de pesca desportiva de competição, é a altura ideal para desenjoar da pesca à bóia e ir tentar apanhar uns robalos ao spinning.

Esta jornada tem a sua historia, tal como muitas outras, neste caso muito peculiar, mais uma daquelas que ficam para sempre.
Vou começa-la assim, estava eu em casa com a cabeça feita num 8 por causa das novidades que tinha acabado de receber no trabalho, teria que ir a Cabo Verde durante 3 semanas, isto caiu como uma bomba.

Esta situação tirou-me completamente o sono, voltas e voltas na cama, mas pregar o olho nada.
Para ajudar à falta de sono, estava na minha semana de piquete nocturno, sempre na expectativa que o telemóvel tocasse para me chamarem para alguma urgência nocturna, ficando assim com o dia livre para ir pescar, se calhar era mesmo isto que me estava a tirar o sono, e não o trabalho.
Se por acaso  isso acontecesse já tinha a coisa combinada com o amigo Tiago Lucas que estava de férias e ia fazer o romper da manhã ao spinning.

Para agravar a minha situação de ansiedade, acabara de ser expulso da cama, devido da minha inquietude que estava a perturbar o sono da minha santa esposa, não hesitou em mandar-me ir para o sofá, cenas típicas de casais he he he.
Era 1 da manhã, vou para a sala, ligo a televisão e começo e fazer zaping até que fiquei a ver um filme que me despertou atenção.
Por volta das 2 da manhã toca o telefone, era a tal avaria que precisava, levantei-me do sofá e em 3 tempos estava fardado e a sair para o trabalho.

Comecei logo a fazer contas de cabeça, tenho de despachar o trabalho cedo, para ver se consigo estar no mar por volta das 7 da manhã.
A coisa correu bem, despachei o trabalho bem cedo como queria e ás 6 da manhã estava em casa a trocar a farda de trabalho pela da pesca.

Tudo pronto e vai ele que nem um desalmado, chegado ao local combinado, a presei-me a colocar as amostras a trabalhar, fui caminhando ao encontro do Tiago, fazendo meia dúzia de lances nos cantinhos onde fazia feição.

Entre algumas trocas de amostras, e pontos quentes batidos sem resultados, lá dei com o Tiago Lucas que estava com o primo a tentarem a sorte mas sem um único toque.
Ainda era escuro, mas aproximava-se aquela hora fatal, o crepúsculo, após 2 dedos de conversa, uma nova troca de amostra, desta feita para uma Vega AKADA cavala, ao 2º ou 3º lançamento TAU, drag a cantar e pouco depois estava cá fora um bom robalo, na casa dos 2kg, já me sentia satisfeito pois a grade estava safa.

Peixe no saco e toca de mandar mais uns lançamentos, sempre na expectativa de ter sorte novamente, mas parecia ser aquele o único que por ali andava.
Com a maré praticamente cheia, puxo da Silent Assasine, aquela amostra que apenas uso em situações que me garantam que não vai lá ficar agarrada em alguma pedra.

Poucos lançamentos feitos e TAU novamente, desta feita ferrou praticamente na rebentação, após uma arrancadas, cá estava ele fora da água.
 Acelero o passo para aproveitar o momento, novos lançamentos e mais um da mesma bitola no saco e mais 2 que desferraram pelo caminho.

Parecia que tinha mel o raio da amostra, não é que em pouco mais de meia hora fez 4 ferragens, o Tiago e o primo nem um toque, já me chamavam de leiteiro.

Lá continuei a insistir, e pouco depois tinha outro na ponta da linha, ZZZZZZ....zzzzzzzz...este parecia-me maior, e digo ao Tiago que me estava a ajudar, este deve ter 3,5kg, é um bom peixe.
Com calma fui tentando encalhar o peixe, ele estava já ali na rebentação, mas como ainda era de noite não queríamos apontar lanternas para a agua, tentei aproveitar uma onda para o colocar a seco, ele veio cá acima, foi só ai que já com a lanterna acesa virados para terra, que vimos o tamanho do bicho, mas não lhe conseguimos por a mão em cima.
É um grande peixão dizia o Tiago, tem calma pá!!!
2 ou 3 ondas depois lá o consegui fazer subir novamente e deitar-lhe a mão, sorriso de orelha a orelha e claro uma enorme satisfação, mas que belo robalo, peixe de uma vida mesmo.
Pesado na hora com a balança do Tiago acusou 6,750kg, recorde pessoal batido, foi sem duvida a cereja no topo do bolo.

Ainda insistimos mais, mas não deu mais nada, a Leitaria como carinhosamente o Tiago Lucas apelidou aquele cantinho, já estava seca he he he
Outro recorde batido foi o numero de exemplares capturados numa só pesca, era de 3 peixes e passou a ser de 4.


Um agradecimento especial aos meus companheiros de jornada, pela companhia, pela ajuda, pelo empréstimo de um saco para o peixe, já que o meu era pequeno, não estou habituado a tanto peixe he he he e pelas fotos, só assim é que imortalizamos estes momentos únicos para o resto da vida.
Já em casa o pescador mais novo da dinastia Franco também quis tirar uma foto com o peixe e o bichinho do spinnig já lhe desperta bastante interesse, insiste em querer lá ir mandar umas amostras, por vários motivos mas principalmente a segurança, acho que ainda é cedo para se iniciar neste tipo de pesca, talvez para o ano vá.

Claro que após esta manhã de spinning bastante produtiva, tínhamos de lá voltar para fazer o anoitecer, e ver se a Leitaria Costa tinha mais alguns peixes para nos dar, mas isso fica para um  próximo relato.


terça-feira, 1 de maio de 2018

Grande Peregrinação Piscatória

O grande dia aproxima-se!!!
Dia 13 de Maio dia da grande peregrinação piscatória à A.D.R.C da Bordinheira, que realiza o 14º Grande Convívio de Pesca, um dos mais concorridos e conceituados da Zona Oeste.
Num dia em que a pesca é palavra de ordem, não vão faltar muitos e bons prémios, aquela animação, grande camaradagem, boa comida e petiscos.
Tal como nas outras edições, desafiamos todos a participar neste grande dia de pesca.
Para inscrições contactar o 963302613 ou 919664333, venham e tragam amigos, será certamente um dia muito bem passado.
Quem vem pela primeira vez, volta nos anos seguintes a esta colectividade que gosta de bem receber quem por cá passa.
Saudações piscatórias e cá vos esperamos.

domingo, 18 de março de 2018

Pescaria Pascal

Coloquem na agenda companheiros!!!
É já dia 31 de Março, a A.D.R.C. Bordinheira está de portas abertas para vos receber.


Convido todos os pescadores, aprendizes de pescadores, aspirantes a pescadores, amigos de pescadores, que queiram passar um dia de convívio e pesca bem divertido.
Para tal basta inscreverem-se,  com direito a almoço e muitos prémios em disputa.
Apareçam que vão gostar.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Novo Campeonato de Pesca na calha

Bom dia caros amigos e amantes da pesca.
Venho por este meio convidar-vos a participarem no 10º Campeonato de Pesca da Bordinheira, que terá inicio este domingo, dia 14 de Janeiro.
Para mais informações e inscrições podem entrar em contacto comigo, através do nº 963302613.
Apareçam e tragam um amigo, a animação e almoço estão sempre garantidos, já o peixe nem por isso he he he.
Abraços e bons lances a todos e desejos de um grande 2018 a todos vós.
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Abraços e bons lances a todos e desejos de um grande 2018 a todos vós.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Dia de São Lourenço

Boas caros amigos e leitores, apesar de não haver relatos não quer dizer que não se vá à pesca!!!
Aqui fica mais um convite para participarem no convívio de pesca dos Casais de São Lourenço na zona da Ericeira.
É já no próximo dia 12 de Novembro, para inscrições contactar 910671791 ou 964605451, apareçam por lá pois vale a pena.

Aqui fica o cartaz para consulta, abraços e bons lances.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Venha ser um embaixador também

Caros amigos e seguidores, sendo o meu filho um embaixador pela Biodiversidade, vou acompanha-lo em mais uma iniciativa desta organização, aproveito para vos convidar também a participar nesta causa bastante nobre.

Os Embaixadores pela Biodiversidade convidam toda a comunidade a participar na próxima ação de recolha de lixo na Praia das Amoeiras em Torres Vedras, no próximo dia 16 de Setembro (Sábado) às 10:30h.


Esta ação conta com o apoio da Associação Portuguesa do Lixo Marinho e encontra-se integrada nas comemorações do Dia Nacional de Limpeza de Praia.
A ação terá a duração aproximada de 2 horas e os participantes terão ao dispor sacos e luvas durante a ação, no entanto recomendamos a todos que levem chapéu, protetor solar, água e calcado confortável. 

Se quiserem participar, por favor enviem a confirmação por email  embio@campus.fct.unl.pt 
Para mais informações visita a página do Facebook ou no Sit www.em-bio.wixsite.com/embio 

Apareçam e vamos deixar a nossa marca :)




sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Olhá a festa, SIC!!!

No dia 2 de Setembro realiza-se mais um convívio de pesca na Bordinheira, integrado nos grandes festejos anuais.
Convido todos a participar, para inscrições os contactos são, Pedro Franco 963302613 ou Filipe Ferreira 918204840.


Aproveito ainda para convidar todos a vir até à festa da Bordinheira, além da pesca, podem participar no passeio de motos, nos jogos RÃS SEM FRONTEIRAS e claro está nos típicos bailaricos de verão com entrada gratuita.
Deixo também o cartaz com o programa da festa, onde o destaque vai para a ROSINHA na segunda feira.

domingo, 30 de abril de 2017

Quem não gosta d'uma Ginginha de Óbidos

No dia 7 de Maio a ARCACEN realiza o 4º Convívio de pesca Troféu Rodrigo Rodrigues.
Para quem não conhece a ARCACEN é a colectividade da Capeleira e Navalha, situada a uns escassos 2km da vila de Obídos, terra de gente que gosta de bem receber quem por lá passa, vale a pena lá ir.
Como já é tradição vou lá estar para provar a magnifica ginginha que por lá oferecem, quem quiser fazer-me companhia pode aparecer, os contactos para inscrição são Marco Leandro - 919369344 ou João Cartaxo - 962663799.
Aqui fica o cartaz para consulta.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Pescador de verdade, a este não falha

O grande dia aproxima-se!!!
Dia 14 de Maio a A.D.R.C da Bordinheira realiza o seu 13º Grande Convívio de Pesca, um dos mais concorridos e conceituados da Zona Oeste.
Num dia em que a pesca é palavra de ordem, não vão faltar muitos e bons prémios, aquela animação, grande camaradagem, boa comida e petiscos.

Tal como nas outras edições, desafiamos todos a participar neste grande dia de pesca.
Para inscrições contactar o 963302613 ou 911164925, venham e tragam amigos, será certamente um dia muito bem passado.
Quem vem pela primeira vez, volta nos anos seguintes a esta colectividade que gosta de bem receber quem por cá passa.
Saudações piscatórias e ansiosamente cá vos esperamos.

sábado, 22 de abril de 2017

Convívio de Pesca SFUA na Sociedade Assafora

No dia 1 de Maio realiza-se o convívio de pesca SFUA na Sociedade Assafora, no litoral de Sintra.
No ano passado não pude estar presente, pelo que ouvi dizer foi muito bom, este ano como calha no dia do trabalhador, só por esse motivo vou até lá prestar homenagem à classe trabalhadora.
Aqui fica o cartaz para consulta, apareçam por lá também.


Saudações piscatórias

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Carapaus em barda

Na passada semana, com o mar de rastos e noites bem primaveris, sem vento, decidi ir fazer um teste de abertura aos carapaus e gastar um resto de engodo que tinha na arca e ver se já andavam alguns  pela zona Oeste.
Esta foi uma pescaria terapêutica para curar a ressaca do atraso horário no convívio dos Unidos, como não gosto de ir para muito longe, o local foi a Formosa.
Quando cheguei, perto das 2 da manhã já lá estava um colega, como estava sozinho optei por lhe perguntar se não se importava de partilhar o pesqueiro.
Foi sem stress que aceitou,  preparei um balde de engodo, estiquei a cana, para isco uns lombos de sardinha meia moída, que já tinham ido ao mar 2 vezes, como não tinha mais nada em casa, tinha de me desenrascar com esta.
O meu companheiro já estava a tirar uns bons carapaus, optei por uma pesca ligeira com uma bóia de 3grs e fio 0,18mm, assim que a isca caia na agua, era limpa em menos de um fosforo e só de longe em longe é que conseguia trancar e tirar um carapau.
O meu companheiro continuava a saca-los a um ritmo alucinante, vi que estava a iscar com belicos de camarão, coisa que eu não tinha.
Continuei a insistir na sardinha mas continuei a levar um baile, dos carapaus e do companheiro, já equacionava fazer uns filetes de um carapau que tinha capturado, mas nisto o companheiro tira um bom peixe agulha, como não o queria levar, perguntou-me se eu o queria levar para comer.
Disse para o por na lata, pois ia utiliza-lo para isco, já cansado dos carapaus me limparem a isca, passo ao plano 2, faço uns filetes do peixe agulha e começo a iscar pequenos beliscos, parecia boracha de tão fresco que estava.
Que diferença abismal, como da noite para o dia, era uns atrás dos outros, cada iscada dava para apanhar 3 e 4 carapaus, pois a isca não saia do anzol.
Até amanhecer foi sempre a malhar neles, assim que amanheceu a coisa parou, mas já tinha a minha conta, a lata transbordava e tinha mais um saco de asas bem cheio, foram 97 carapaus, 1 cavala e um sargo.
Foi sem duvida uma boa estreia, deu par distribuir pela família e ficar servido durante umas boas semanas.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Um relógio vale mais que mil palavras

Caros seguidores e amigos deste espaço, como é normal cada jornada tem a sua história e esta não foi excepção.
 Por norma o final costuma ser mais feliz, mas desta vez a coisa correu menos bem, apesar de tudo ninguém se aleijou, partir uma perna tinha sido pior, mas mesmo sem um final feliz dá para nos rirmos e é mais uma daquelas histórias que ficarão eternizadas na memória.
No passado domingo dia 9 de Abril, a Associação Unidos da Pesca de Torres Vedras realizou o seu convívio anual de pesca desportiva, como é normal a equipa da Bordinheira  marcou presença, eu não fui excepção.
Os planos para a jornada estavam traçados, depois do sorteio lá nos fizemos à estrada, eu o meu pai e o João Cardoso, Porto Chão foi o local escolhido.
Depois de descermos a arriba, rapidamente preparamos os engodos, iscas e esticamos as canas e à hora indicada demos inicio à pesca.
O mar estava do meu agrado, mar manso mas com aquele toque a espumar o pesqueiro, sem hesitar a saltitar, eu e o João alcançamos a pedra pretendida, o mar já repontava e tínhamos de aproveitar ao máximo aquela horinha.
Pesqueiro bem engodado, toca de por as bóias à procura do peixe, ele deu sinal, encostaram uns sargos e umas salemas, mas a coisa não estava fácil, tanto eu como o João não estávamos a acertar na pesca, a maior parte do peixe ferrado acabava por ir embora, uns a partir e no meu caso a maior parte a desferrar, dava para ver que estávamos em dia não.
O tempo foi passando e tivemos de abandonar a pedra, no saco apenas uma salema e 2 sargos, recuamos um pouco e noutro buraco consegui matar mais um sargo.
Com a maré a subir rapidamente tivemos de ir procurar mais a sul novo cantinho, apostamos na Caldeira para ver se lá andavam os sargos, ainda que timidamente eles apareceram, tirei mais 2 e mais uma salema.

O vento soprava agora com alguma intensidade dificultando a nossa tarefa, o meu pai que tinha ficado um pouco mais a norte, veio ao nosso encontro, não tinha nada, juntamos os 3 a pescar, inesperadamente ele lá conseguiu livrar a grade com 2 robalos bem jeitosos, eu tirei mais um sargo.
O tempo não parava e a maré subia rapidamente, o trabalhar do pesqueiro não me agradava, era hora de procurar novo buraco.
Então eu e o João fomos um pouco mais a norte, apostei nas tainhas, apesar de não terem entrado muitas no pesqueiro, consegui apanhar 3, com a cota de agua certa fui ver se as salemas estavam num buraco que conheço, mas não estavam lá, ainda consegui apanhar mais 2 sargos.

Continuamos a insistir, mas o peixe não dava sinais de andar por ali, nisto chega o meu pai ao pé de nós, como estava dentro de agua perguntei que horas eram aos meus companheiros.
Desde que se avariou o meu relógio de pulso, para controlar as horas uso o telemóvel que fica sempre na mala, como o meu organismo está tão afinado, senti que já devia estar próximo da hora de acabar a pescaria, eles lá consultaram as horas e disseram que ainda faltava uma hora.
Estranhei bastante, pois tinha aquela sensação de já estar à pesca à muito tempo, não é que o tempo passado a pescar seja demais, é que à pesca o tempo parece que passa a voar e nem damos por ele passar.
Ainda questionei, mas como eles tinham visto no relógio do meu pai, confiei plenamente.
Mesmo sem estarmos a tirar ou sentir peixe, desistir não é comigo e como faltava ainda uma hora(???) fui fazer outro pesqueiro para ver se dava com mais um peixito.
Essa hora passou e peixe nem vê-lo, entretanto vejo o meu pai arrumar as tralhas dando o sinal do final da prova, ainda faço mais uns lançamentos pois sei que ele deixa de pescar uns minutos antes, é que a idade já pesa, e ele tem de subir a arriba com mais calma.
Eu e o João começamos a arrumar o material, já o meu pai ia a caminho do carro, como de costume vou à mala para tirar a maquina fotográfica e registar o resultado da pescaria, deu-me na curiosidade de pegar no telemóvel e ver as horas, qual não foi o meu espanto quando vi que eram já 14 horas e 27 minutos, sendo que a prova terminava às 13 e 30 minutos tínhamos estado a pescar fora de horas e já não podíamos nem conseguíamos entregar o peixe.
Fiquei de rastos, nem vontade tinha de tirar foto ao peixe, lá se foi todo o esforço de uma manhã de pesca.
Mas como é que isto aconteceu perguntei eu ao João que tinha visto as horas com o meu pai, ele viu as horas, disse que ainda não tinha acertado o relógio e pensamos que ainda faltava mais uma hora de pesca, por azar não estava mais nenhum pescador do convívio ali, pois teríamos visto ele arrumar as coisas e teríamos-nos questionado acerca das horas.
Afinal o meu organismo estava certo, ainda bem que não tinha uma grande pesca, pois a azia seria ainda maior.
Subo a arriba e quando chego ao carro, está o meu pai sentado calmamente a colocar o peixe no saco, eu rapidamente digo, escusas de por o peixe no saco pois já passou da hora, já não consegues entregar o peixe a horas.
Não passou nada, disse ele!!!!
Passou e bem, digo eu, confirma no relógio do carro?
São mesmo 14 e 35 minutos, mas que raio de confusão que fizemos?
Eu não sei, mas sei que já fomos, pois com a confusão dos acertos de horas, acrescenta hora, tira hora, nove fora nada, mais uns pozinhos, embrulharam tudo e a explicação tá dada.
Claro que a culpa também foi minha, é que já andava para comprar um relógio para a pesca à mais de um ano e nunca mais, toma lá que é para aprenderes.
Tralhas arrumadas no carro, lá seguimos caminho, inevitavelmente íamos conversando os 3 e tentando arranjar explicação para o sucedido, já conformados que nada mais havia a fazer, era aproveitar da melhor maneira o resto do dia de convívio, comer e beber bem para anestesiar a coisa he he he.
Ao chegar ao local da entrega do peixe, com a pesagem ainda a decorrer, já a malta estava preocupada com a nossa falta de comparência, assim que nos viram chegar atrasados perguntou se tinha acontecido alguma coisa de grave.
Contamos o sucedido e que não tinha acontecido nada de grave, perguntei se tinha saído muito peixe, mas a pesca tinha sido fraca de modo geral, para o mar que estava tinha dado pouco peixe, possivelmente a minha pesca tinha dado para ficar no 2º lugar e a do meu pai garantidamente nos 10 primeiros, mas é assim, na vida estamos sempre a aprender.
Depois de tudo isto, claro que fomos motivo de gozo para o resto do dia, e frases como temos de oferecer-te um relógio, para ti tem de ser um daqueles de parede bem grande para estares a pescar e a ver bem ao longe, melhor um daqueles com campainha tipo os das fabricas para tocar bem alto à hora certa, foram o prato forte do dia e ajudaram à festa animando o pessoal, o que vale é que o almoço e convívio estava do melhor, ajudando a esquecer o que se tinha sucedido.
Claro que a jornada não podia terminar sem a entrega dos prémios, o grande vencedor deste ano foi o Pedro Luís, capturou 23 tainhas e arrecadou também o prémio para o maior numero de exemplares, para ele os merecidos parabéns pois em pouco tempo tem-se revelado um grande pescador.

Em 2º lugar ficou o João Rodrigues e a fechar o pódio o Nuno Bernardes.


O maior exemplar foi uma tainha com 1,200kg capturado pelo Paulo Bernardes.

Por clubes a Bordinheira saiu vencedora e por equipas ganhou a equipa da ARCACEN.


Esta foi sem duvida uma jornada para mais tarde recordar, pelos piores motivos, ainda assim fica sempre algo de positivo para aprender, ficou bem patente que um relógio é quase tão importante como a cana de pesca he he he.
Cá vamos continuando na luta e vamos esperar por novas aventuras mas já com o relógio no pulso.
Saudações piscatórias e um grande abraço a todos.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Continuando na luta

Com o campeonato de pesca da Bordinheira de vento em poupa, este passado domingo realizou-se a 3ª jornada, as previsões que à partida eram boas vieram a revelar-se um verdadeiro fracasso, com o peixe a não colaborar de uma forma geral.
O mar não ajudou muito, bastante mexido e muito escangalhado, com o vento a não facilitar o trabalho dos pescadores, que bastante animados marcaram presença para mais um dia de pesca e muito convívio.
Os planos para esta jornada estavam bem traçados, o Porto Chão foi a escolha, com os companheiros João Cardoso e o Miguel Arrenega.
Depois da íngreme descida, esticamos as canas, preparamos engodos, demos início à pescaria e toca de por as bóias a trabalhar, com o maré cheia a primeira hora de pesca revelou-se complicada, com o mar a não deixar trabalhar as bóias correctamente, pior é o peixe parecia não estar por ali, entre uns sargotes e robalotes devolvidos ao mar apenas aproveitei um sargo.
A esperança de entrarem umas salemas não deu frutos e as tainhas também não andavam por lá,  insistimos mais um bocado no pesqueiro mas sem resultados.
A coisa complicava-se e desesperadamente fomos em busca de outro pesqueiro, o trabalhar das aguas era mau em todas as opções possíveis, ainda assim nos vários pesqueiros feitos consegui tirar uma tainha, um sargo e um robalote.
Com o animo em baixo, pensamos em mudar de zona, mas acabamos por ficar por ali e não desistir foi a minha palavra de ordem, baixar os braços é que não.
Voltamos ao 1º pesqueiro para nova tentativa, mas sem sentir nada novamente pouco tempo lá paramos, com menos de uma hora de pesca e numa ultima tentativa, fui mais para norte para jogar uma ultima cartada no Baio de Gentias e ainda valeu o esforço pois consegui tirar mais um sargo e 3 tainhas pequenas.
No final uma pesca muito aquém do esperado, 4 tainhas, 3 sargos e um robalote, faziam prever um descida na classificação geral, a não ser que a falta de peixe fosse generalizada. 
Depois da tralha arrumada a dura subida para deixar de rastos a malta he he he, é bom para abrir o apetite, na entrega do pescado deu logo para ver que a falta de peixe tinha sido geral, com uma única pesca a destacar-se graças ao magnifico robalo de quase 4kg capturado pelo Paulo Ribeiro, assim sendo menos mal.



Depois da almoçarada habitual terminamos com a entrega de prémios, esta jornada foi ganha destacadamente pelo Paulo Ribeiro que totalizou 20300pts.

Em 2º lugar ficou o David Forcada com 5430pts e a fechar o pódio ficou o Jorge Murta com 5380pts.
Eu fiquei-me pelo 5º lugar, que foi bastante positivo já que deu para recuperar 1 ponto ao líder Paulo Marques, a classificação está bem animada e a coisa promete, mas ainda com muito campeonato pela frente é cedo para grandes ilações. 

Vamos aguardar pelas jornadas futuras para ver como correm, grande abraço a todos e bons lances. 
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