Este espaço destina-se à divulgação da pesca, em especial da pesca à bóia, spinning e da pesca de competição, onde relato as minhas pescarias e aventuras na região Oeste

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Esgravatando na lagoa

No passado sábado foi dia de ir até à Foz do Arelho, passar um dia diferente em família na Lagoa de Óbidos, local com muito encanto, bastante agradável, ideal para quem gosta de ir a banhos, pescar e estar esticado na toalha.
Este não foi um dia de pesca de cana, mas sim de mariscar em família, aproveitando uma maré grande de lua, fomos apanhar os típicos berbigões e algumas ameijoas.
Este é um ritual típico desta zona, muita malta de costas vergadas a esgravatar na areia, uns com ancinhos, outros apenas com as mãos como foi o meu caso, na busca de alguns bivalves para o petisco.
Como já à muitos anos que não ia para ali, fiquei surpreendido com as mudanças da lagoa, pareceu-me mais açoreada, menos funda, pelo menos do lado sul, no lado norte pareceu-me estar a ser dragado, outra coisa que me surpreendeu pela positiva foi a grande quantidade de berbigão, esperava pior.



Não exagerando, apanhei a minha cota, suficiente para o jantar e petisco no final do dia.
Se por um lado fiquei satisfeito pela positiva com a quantidade de vida na lagoa, contrariamente fiquei decepcionado com excessiva construção na zona envolvente à lagoa, muitas urbanizações, resort's e campos de golf ali construídos, devastaram muito do pinhal existente, onde costumávamos fazer o pic-nic de almoço.
O típico chapéu de praia à moda saloia não podia faltar  

Depois de almoçar foi aproveitar a tarde para esticar a toalha e ir a banhos.
Para abrir o apetite, deixo ainda uns petiscos feitos com o resultado da mariscada, de comer e chorar por mais.
Berbigão à bulhão pato.

Arroz malandrinho de berbigão.

Abraços a todos e boas férias para quem ainda as tem.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Estes animais valem Ouro

Luís Inácio e Patrícia Mega Lopes desceram já vezes sem conta a este antigo viveiro de mariscos na Ericeira. Patrícia é bióloga e fez um estudo sobre o crescimento do ouriço-do-mar em viveiro. E ambos acreditam que este pode ser um negócio com muito futuro — basta ver o valor das ovas de ouriço-do-mar no Japão que, segundo Luís Inácio, podem chegar a custar 80 dólares por quilo, ou até mais no caso dos ouriços mais raros e apreciados. Mas as coisas não são fáceis, e o negócio ainda não arrancou por causa de entraves burocráticos ligados ao licenciamento. 
“Queremos produzir em massa e comercializar”, explicam. “Já temos contactos com a Itália, a França, o Japão, e até já temos dois investidores interessados, o problema é que em Portugal não existe legislação específica sobre este produto, e isso complica muito as coisas”. Para já, vão prosseguindo as experiências neste viveiro cedido pela Junta de Freguesia da Ericeira na zona conhecida como “Furnas”, o tapete rochoso ligado ao antigo Forte do século XVII, onde existem viveiros que pertenceram a fábricas de conserva de pescado. Mais tarde, conta Patrícia na sua tese, foram usados pelos restaurantes locais como armazéns, onde mantinham as lagostas, ameijoas, sapateiras, lavagantes e santolas vivos até à altura de serem consumidos. 
Lá em baixo, a água ainda não subiu muito. Equilibrando-nos em cima de traves que servem de passadiços, conseguimos aproximar-nos desses animais misteriosos, com o corpo feito de espinhos. Muitos deles são roxos, mas há também alguns verdes e de vários outros tons. “O mais cobiçado, com maior valor comercial, é o laranja”, explica Luís, que cresceu a ver os mergulhadores trazerem ouriços-do-mar das águas da Ericeira — aliás, o nome da vila virá precisamente da palavra Ouriceira, por causa dessa abundância de ouriços que aqui existia. Mas com o excesso de apanha desregulada, eles foram desaparecendo, e hoje não é fácil encontrá-los. Por isso, a ideia de os criar em viveiro, fazendo a reprodução in vitro — a partir daí, os ouriços “reproduzem-se aos milhões”, garantem os dois jovens.
Patrícia e Luís Inácio andavam há já bastante tempo a pensar na melhor forma de desenvolver o seu projecto de reprodução de ouriços-do-mar em viveiro quando ouviram falar do Endògenos, uma iniciativa lançada pelo empresário Nuno Nobre para revitalizar produtos que existem em Portugal mas que são pouco aproveitados na gastronomia nacional. E um dos produtos na lista do Endògenos era precisamente o ouriço-do-mar. 
Nuno Nobre conheceu o projecto de Luís Inácio e Patrícia, e está agora a colaborar com a Câmara de Mafra e a Junta de Freguesia da Ericeira para “tornar o ouriço-do-mar um ícone da região”. A partir de Setembro vai ouvir-se falar de ouriço-do-mar, com uma série de iniciativas que vão envolver os restaurantes locais, sem os quais este trabalho não é possível. 
É preciso que quem visita a Ericeira volte e encontrar ouriço-do-mar servido em pratos variados. “Queremos torná-lo mais contemporâneo e mostrar que pode ser versátil”, explica Nuno. “Neste momento há pouca coisa a fazer-se com ouriços-do-mar”, lamenta. Dos planos do criador do projecto Endògenos faz ainda parte uma Festa do Ouriço-do-Mar, que deverá acontecer em Janeiro ou Abril do próximo ano.

Fonte da Noticia:
 http://www.publico.pt/

Vamos aguardar para ver a evolução deste prometedor projecto, esperamos que dê bons frutos.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O que é bom acaba depressa

Como diz o velho ditado «O que é bom acaba depressa» e as férias deste ano já foram, mais uma vez andei pela bela costa Vicentina em busca de descanso, sol, boas praias e claro está uma ou outra pescaria apenas para o petisco.
Com o mar muito manso fui fazer uma pesca à boia ao romper da manhã na Zambujeira do Mar para tentar apanhar uns peixes para o almoço, com apenas 2kg de sardinha para isco e engodo deu para apanhar uns peixes para o almoço e ainda para oferecer o restante à senhoria da casa onde fiquei.



Sargos nem vê-los pois o mar nem mexia, mas deu uns belos carapaus, umas bailas, umas bogas e 3 tainhas quileiras, o almoço desse dia estava garantido, foram uns carapaus grelhados com molho à espanhola uma verdadeira delicia. 

Para variar na ementa virei-me depois para o marisco, aproveitando as boas marés apanhei umas navalheiras e uns polvos que com o típico pão do Rogil deram uns bons petiscos ao final da tarde enxugando umas cervejas.


Agora que voltei ao trabalho e revejo estas fotos, já sinto saudades desse descanso e boa vida, para o ano há mais se a crise permitir claro está!!!

Um abraço e aproveitem bem as férias ;)


domingo, 25 de agosto de 2013

Resumo alargado das férias

Aqui ficam algumas fotos das pescarias feitas nas férias na costa Vicentina, onde o peixe não colaborou mas ainda assim deu para o petisco, nuns finais de tarde magníficos em família acompanhados de umas cervejas ou um Lambrusco bem fresquinho.




Mais umas aulas de pesca com o Júnior na companhia de um visitante inesperado, mister octopus que acabou numa saborosa saladinha de polvo.


Como o peixe não colaborou os polvo colmataram essa falta e deram umas boas jantaradas com ementas a variarem entre o arroz de polvo e salada do dito, sem esquecer do polvo à lagareiro, tudo bem regado.

Grandes petiscos ao final do dia em casa ou ao ar livre em jeito sunset numa paisagem paradisíaca e extremamente relaxante.


 O reencontro com os amigos Vasco e Fernando para mais umas jornadas de pesca com alguma actividade dos peixes em muitos pesqueiros percorridos e explorados, sem duvida horas muito bem passadas em excelente companhia.





Que saudades das férias, do sol, das pescarias das mariscadas, nostalgia agora que o verão está a acabar e vou ter de esperar uns meses para voltar a este sossegado paraíso, e me deixam com uma enorme vontade de regressar para o ano.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mesmo com mar bravo, maré cheia e chuva, fui ao marisco.

Pois é pessoal mesmo com o mar bravo, maré cheia e chuva fui ao marisco.
Depois de uma pescaria ao spinning em que safei o jantar, fui lá ao cair da noite insistir mas trouxe a grade, o normal!!!
No domingo com a previsão de tempo e mar a piorar, optei por ir fazer a manhã à bóia na Calada com o meu pai, apesar de o mar ainda estar bom levantou-se uma ventania daquelas, que tornou a pesca quase impossível.
A pescaria não tem grande história, a maré a descer e o peixe de qualidade aredio da costa, e por falta de condições bem cedo demos a pescaria por terminada , nas 3 horas de pesca o fraco resultado, 4 salemas, uma tainha e um sargo.

Sem condições de mar e tempo para pescar, mas principalmente devido á falta de peixe de qualidade na costa, aproveitei a noite chuvosa de segunda e depois de jantar decidi dedicar-me ao caracol.

Ao fim de 3 horas a correr atrás deles que nem um desalmado já a lata estava a metade e parei de mariscar.
  Não sei se o caracol é carne, se é peixe, ou se é marisco, de uma coisa eu sei, vai dar uns belos petiscos.
Por agora estão de quarentena para limparem a tripa, mas em breve uns vão acabar assados na chapa e outros mexidos com ovos, depois mostro umas fotos do pitéu.
Abraços e as pescas possíveis.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Desta vez safei a grade

Neste domingo decidir ir ao mar, para tentar a minha sorte ao spinning e ver se enganava algum cabeçudo.
O mar estava bom, já um pouco parado de mais até, soprava uma brisa de noroeste gélida que até cortava,  mas como diz o ditado quem quer peixe molha o « cú », assim lá fui eu.
Com a maré a descer lançamento aqui, lançamento acolá e nada de peixe, nada de desanimar e lá fui continuando a insistir.
Já estava na maré vazia, quando reparo numa coroa de areia em cima da malhada, digo cá para mim hoje não levo a grade e toca de meter as mãos de molho de volta das pedras, aqui na minha zona chama-se pescar à barca.

O resultado está à vista, umas quantas navalheiras, depois de cozidas com uma cervejinha para acompanhar num final de tarde sabe mesmo bem.
Quanto a robalos estou completamente em desvantagem, por enquanto o resultado vai em Robalos 0 - Eu 6(grades é claro), mas não vou desistir e talvez amanhã vá tentar outra vez.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Fim de semana em familia

Este fim de semana decidi ir mariscar à maré vazia, o tempo estava bastante agradável e a maré calhava a uma hora simpática(pois o pessoal cá de casa gosta de dormir LOL) e assim lá fomos todos apanhar uns polvos e uns mexilhões para o jantar. Foi um dia diferente em que os peixes tiveram direito ao descanso.
Mas para o próximo fim de semana volto à carga pois tenho a 1ª prova do campeonato de pesca da Bordinheira. 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Quem paga é o mexilhão....

Quando os polvos não aparecem, quem paga é o mexilhão!
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