Com o final do ano a correr de feição no que toca ao spinning e como não à 2 sem 3, tive de voltar ao mar para mandar umas amostras e ver se continuava de mão quente.
Uma vez que tinha a viagem de trabalho a Cabo Verde marcada, não podia ir sem me despedir do nosso mar, desta vez não fui à leitaria, pois a maré não era de feição, assim saí bem cedo, Porto Chão como destino pensado.
Pelo caminho, cruzei-me com o Luís Tomás, curiosamente ia a sair de casa para ir também ao mar mandar uns plásticos, parei o carro e como a noite estava fria paramos nas bombas para beber um café e colocar a conversa em dia.
Depois do café tomado, seguimos caminhos diferentes, isto da pesca é mesmo assim, cada cabeça sua sentença, eu nisso sou um bocado teimoso, se já ia com a ideia num pesqueiro, muito dificilmente mudo de ideias.
De lanterna na cabeça, desci a arriba de Gentias, a maré já descia, o mar já não estava manso, estava com um bom toque, bem certinho, comecei a bater todos os buraquinhos, ora com amostras, ora com vinis, mas do peixe nem sinal, entretanto amanheceu e desceram mais pescadores que ao buldo tentavam a sua sorte.
Sem sentir peixe, fui explorando mais a norte, até chegar ao Porto Chão, aproximo-me de um pescador e pergunto se já tinha tirado algum, negativo, também não tinha nada.
A maré já repontava, fico 20mts ao lado do pescador, olho para o pesqueiro e pego na amostra Daiwa SP Minnow sardinha, puxo bem da culatra atrás e lá vai ela certinha parece que tinha olhos he he he já que 3 maniveladas depois lá estava o carreto a cantar ZZZZZZZZzzzz......bela arrancada a levar fio e a cana bem dobrada, com aquela distancia toda e a fazer um trabalho daqueles vi logo que era um bom peixe.
Com calma fui trabalhando o peixe, que dignamente deu uma bela luta, pensava que tinha novamente um torpedo daqueles que faz bater o coração a mil.
O peixe insistia em procurar refugio das pedras, tive de o desviar e tentar encaminha-lo para uma zona mais acessível, o outro colega que lá estava nem se deu ao trabalho de me ajudar, tal era a azia de ter chegado ao lado dele e ao 1º lance ferrar logo um.
Eu nesta situação de peixes grandes, ajudo seja ele quem for, mas pronto, com muita calma acabei por encalha-lo e deitar-lhe a mão.
Era em belo robalo, mas não tão grande como pensava, tinha 4,100kg, depois de o colocar no saco continuei a insistir, mas até ao final da jornada não deu mais nada.
Foi sem duvida uma boa despedida, agora estou a ressacar em Cabo Verde com falta de pesca, por excesso de carga no avião, o meu material ficou retido em Lisboa, já conto os dias para voltar a pegar numa cana, sentir aquela maresia e frio matinal, para ver se ainda não perdi o jeito e se a mão ainda está quente he he he.
Quando voltar, que será em breve, conto como correu a 1ª saída, grande abraço a todos e boas varadas.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2019
terça-feira, 15 de janeiro de 2019
Últimas gotas da Leitaria Costa???
Depois de uma grande manhã de spinning, bastante produtiva, não podia deixar passar a oportunidade de lá voltar ao final do dia ver se lá tinham ficado esquecidos mais alguns robalos.
Como em equipa que ganha não se mexe, bem antes da hora combinada lá estava eu à espera do amigo Tiago Lucas para mais uns disparos.
Assim que ele chegou, já eu estava preparadíssimo, fato vestido e cana montada, o sol ainda estava alto, mas a vontade de entrar na agua era mais que muita, mar um pouco mais calmo que de manhã e agua mais aberta, faziam prever que o peixe ia aparecer mais durante a noite.
Fora essas suspeitas, em jeito de brincadeira ia dizendo ao Tiago, parece que já os estou a ver, vou por uma matadora e vou matar um ao primeiro lançamento,
Em passo de corrida, pois a cota de agua estava no ponto, fomos caminhando para o tal spot, apostei numa amostra que afunda pouco, uma Dansel Satya imitação de sardinha, apesar de já ter alguma agua, não tinha agua suficiente para amostras que afundem mais.
Salto para cima de uma pedra, puxo a colátra e lanço, 3 maniveladas e Tau, ZZZ…zzz carreto a cantar, digo ao Tiago, já lá tenho um e não é mau, trabalho o peixe e coloco em seco, um peixe engraçado na casa dos 2 quilos.
O Tiago começou logo a chamar-me leiteiro, é normal, parecia que tinha premeditado tudo e não é que calhou mesmo como tinha previsto, ele há coisas do diabo, estava mesmo em dia de mão quente.
Peixe no saco e voltei ao ataque, passados alguns minutos, novamente outro ferrado, este um pouco mais pequeno não deu tanta luta e em menos de nada estava na minha mão.
O Tiago insistia, mas sem sucesso, estava desmotivado pois já previa outra grade, continuamos a insistir, o sol já desaparecia no horizonte, dando lugar à noite, fui mudando de amostra, mas parecia que ali não andava mais peixe.
Fomos batendo outros cantos, a maré já descia até que finalmente o Tiago livra a grade com um peixe jeitoso, na bitola dos 2 kg, mudo novamente para a Dansel Satya, e passados poucos lances nova ferragem, após umas boas arrancadas, o peixe veio para terra e aproveitei a rebentação para lhe deitar a mão, outro peixe engraçado.
Ali continuamos a insistir, mas para mim a pesca estava feita, ainda fui tentar em mais 2 cantinhos, mas não tropecei em mais nenhum.
Já no regresso ao carro o Tiago insiste num cantinho e foi premiado com o maior peixe da noite, claro que insistimos mais um bocado, mas ficou por aqui.
3 peixes para mim e 2 para o Tiago, não foi mau, assim um gajo até fica mal habituado, já quase não sei o que é gradar.
Os olhos de cansaço não enganam, mas quando o peixe colabora a moral anda sempre em altas e obrigatoriamente temos de insistir.
Como a Leitaria Costa continuava aberta, na manhã seguinte ficou combinada nova investida, mas esta seria dividida em 2 partes, amanhecer ao spinning e manhã de bóia com o meu filho e o mau pai, resta saber se continuava a dar bons resultados.
Como em equipa que ganha não se mexe, bem antes da hora combinada lá estava eu à espera do amigo Tiago Lucas para mais uns disparos.
Assim que ele chegou, já eu estava preparadíssimo, fato vestido e cana montada, o sol ainda estava alto, mas a vontade de entrar na agua era mais que muita, mar um pouco mais calmo que de manhã e agua mais aberta, faziam prever que o peixe ia aparecer mais durante a noite.
Fora essas suspeitas, em jeito de brincadeira ia dizendo ao Tiago, parece que já os estou a ver, vou por uma matadora e vou matar um ao primeiro lançamento,
Em passo de corrida, pois a cota de agua estava no ponto, fomos caminhando para o tal spot, apostei numa amostra que afunda pouco, uma Dansel Satya imitação de sardinha, apesar de já ter alguma agua, não tinha agua suficiente para amostras que afundem mais.
Salto para cima de uma pedra, puxo a colátra e lanço, 3 maniveladas e Tau, ZZZ…zzz carreto a cantar, digo ao Tiago, já lá tenho um e não é mau, trabalho o peixe e coloco em seco, um peixe engraçado na casa dos 2 quilos.
O Tiago começou logo a chamar-me leiteiro, é normal, parecia que tinha premeditado tudo e não é que calhou mesmo como tinha previsto, ele há coisas do diabo, estava mesmo em dia de mão quente.
Peixe no saco e voltei ao ataque, passados alguns minutos, novamente outro ferrado, este um pouco mais pequeno não deu tanta luta e em menos de nada estava na minha mão.
O Tiago insistia, mas sem sucesso, estava desmotivado pois já previa outra grade, continuamos a insistir, o sol já desaparecia no horizonte, dando lugar à noite, fui mudando de amostra, mas parecia que ali não andava mais peixe.
Fomos batendo outros cantos, a maré já descia até que finalmente o Tiago livra a grade com um peixe jeitoso, na bitola dos 2 kg, mudo novamente para a Dansel Satya, e passados poucos lances nova ferragem, após umas boas arrancadas, o peixe veio para terra e aproveitei a rebentação para lhe deitar a mão, outro peixe engraçado.
Ali continuamos a insistir, mas para mim a pesca estava feita, ainda fui tentar em mais 2 cantinhos, mas não tropecei em mais nenhum.
Já no regresso ao carro o Tiago insiste num cantinho e foi premiado com o maior peixe da noite, claro que insistimos mais um bocado, mas ficou por aqui.
3 peixes para mim e 2 para o Tiago, não foi mau, assim um gajo até fica mal habituado, já quase não sei o que é gradar.
Os olhos de cansaço não enganam, mas quando o peixe colabora a moral anda sempre em altas e obrigatoriamente temos de insistir.
Como a Leitaria Costa continuava aberta, na manhã seguinte ficou combinada nova investida, mas esta seria dividida em 2 partes, amanhecer ao spinning e manhã de bóia com o meu filho e o mau pai, resta saber se continuava a dar bons resultados.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
Na Leitaria Costa 2 recordes batidos duma só vez
Pois bem caros amigos e seguidores e leitores do blog, tal como prometido irei retomar as lides dos relatos aqui no blog, do qual andei afastado e praticamente inactivo durante estes 2 últimos anos.
Com o final do ano à porta, escasseiam as provas de pesca desportiva de competição, é a altura ideal para desenjoar da pesca à bóia e ir tentar apanhar uns robalos ao spinning.
Esta jornada tem a sua historia, tal como muitas outras, neste caso muito peculiar, mais uma daquelas que ficam para sempre.
Vou começa-la assim, estava eu em casa com a cabeça feita num 8 por causa das novidades que tinha acabado de receber no trabalho, teria que ir a Cabo Verde durante 3 semanas, isto caiu como uma bomba.
Esta situação tirou-me completamente o sono, voltas e voltas na cama, mas pregar o olho nada.
Para ajudar à falta de sono, estava na minha semana de piquete nocturno, sempre na expectativa que o telemóvel tocasse para me chamarem para alguma urgência nocturna, ficando assim com o dia livre para ir pescar, se calhar era mesmo isto que me estava a tirar o sono, e não o trabalho.
Se por acaso isso acontecesse já tinha a coisa combinada com o amigo Tiago Lucas que estava de férias e ia fazer o romper da manhã ao spinning.
Para agravar a minha situação de ansiedade, acabara de ser expulso da cama, devido da minha inquietude que estava a perturbar o sono da minha santa esposa, não hesitou em mandar-me ir para o sofá, cenas típicas de casais he he he.
Era 1 da manhã, vou para a sala, ligo a televisão e começo e fazer zaping até que fiquei a ver um filme que me despertou atenção.
Por volta das 2 da manhã toca o telefone, era a tal avaria que precisava, levantei-me do sofá e em 3 tempos estava fardado e a sair para o trabalho.
Comecei logo a fazer contas de cabeça, tenho de despachar o trabalho cedo, para ver se consigo estar no mar por volta das 7 da manhã.
A coisa correu bem, despachei o trabalho bem cedo como queria e ás 6 da manhã estava em casa a trocar a farda de trabalho pela da pesca.
Tudo pronto e vai ele que nem um desalmado, chegado ao local combinado, a presei-me a colocar as amostras a trabalhar, fui caminhando ao encontro do Tiago, fazendo meia dúzia de lances nos cantinhos onde fazia feição.
Entre algumas trocas de amostras, e pontos quentes batidos sem resultados, lá dei com o Tiago Lucas que estava com o primo a tentarem a sorte mas sem um único toque.
Ainda era escuro, mas aproximava-se aquela hora fatal, o crepúsculo, após 2 dedos de conversa, uma nova troca de amostra, desta feita para uma Vega AKADA cavala, ao 2º ou 3º lançamento TAU, drag a cantar e pouco depois estava cá fora um bom robalo, na casa dos 2kg, já me sentia satisfeito pois a grade estava safa.
Peixe no saco e toca de mandar mais uns lançamentos, sempre na expectativa de ter sorte novamente, mas parecia ser aquele o único que por ali andava.
Com a maré praticamente cheia, puxo da Silent Assasine, aquela amostra que apenas uso em situações que me garantam que não vai lá ficar agarrada em alguma pedra.
Poucos lançamentos feitos e TAU novamente, desta feita ferrou praticamente na rebentação, após uma arrancadas, cá estava ele fora da água.
Acelero o passo para aproveitar o momento, novos lançamentos e mais um da mesma bitola no saco e mais 2 que desferraram pelo caminho.
Parecia que tinha mel o raio da amostra, não é que em pouco mais de meia hora fez 4 ferragens, o Tiago e o primo nem um toque, já me chamavam de leiteiro.
Lá continuei a insistir, e pouco depois tinha outro na ponta da linha, ZZZZZZ....zzzzzzzz...este parecia-me maior, e digo ao Tiago que me estava a ajudar, este deve ter 3,5kg, é um bom peixe.
Com calma fui tentando encalhar o peixe, ele estava já ali na rebentação, mas como ainda era de noite não queríamos apontar lanternas para a agua, tentei aproveitar uma onda para o colocar a seco, ele veio cá acima, foi só ai que já com a lanterna acesa virados para terra, que vimos o tamanho do bicho, mas não lhe conseguimos por a mão em cima.
É um grande peixão dizia o Tiago, tem calma pá!!!
2 ou 3 ondas depois lá o consegui fazer subir novamente e deitar-lhe a mão, sorriso de orelha a orelha e claro uma enorme satisfação, mas que belo robalo, peixe de uma vida mesmo.
Pesado na hora com a balança do Tiago acusou 6,750kg, recorde pessoal batido, foi sem duvida a cereja no topo do bolo.
Ainda insistimos mais, mas não deu mais nada, a Leitaria como carinhosamente o Tiago Lucas apelidou aquele cantinho, já estava seca he he he
Outro recorde batido foi o numero de exemplares capturados numa só pesca, era de 3 peixes e passou a ser de 4.
Um agradecimento especial aos meus companheiros de jornada, pela companhia, pela ajuda, pelo empréstimo de um saco para o peixe, já que o meu era pequeno, não estou habituado a tanto peixe he he he e pelas fotos, só assim é que imortalizamos estes momentos únicos para o resto da vida.
Já em casa o pescador mais novo da dinastia Franco também quis tirar uma foto com o peixe e o bichinho do spinnig já lhe desperta bastante interesse, insiste em querer lá ir mandar umas amostras, por vários motivos mas principalmente a segurança, acho que ainda é cedo para se iniciar neste tipo de pesca, talvez para o ano vá.
Claro que após esta manhã de spinning bastante produtiva, tínhamos de lá voltar para fazer o anoitecer, e ver se a Leitaria Costa tinha mais alguns peixes para nos dar, mas isso fica para um próximo relato.
Com o final do ano à porta, escasseiam as provas de pesca desportiva de competição, é a altura ideal para desenjoar da pesca à bóia e ir tentar apanhar uns robalos ao spinning.
Esta jornada tem a sua historia, tal como muitas outras, neste caso muito peculiar, mais uma daquelas que ficam para sempre.
Vou começa-la assim, estava eu em casa com a cabeça feita num 8 por causa das novidades que tinha acabado de receber no trabalho, teria que ir a Cabo Verde durante 3 semanas, isto caiu como uma bomba.
Esta situação tirou-me completamente o sono, voltas e voltas na cama, mas pregar o olho nada.
Para ajudar à falta de sono, estava na minha semana de piquete nocturno, sempre na expectativa que o telemóvel tocasse para me chamarem para alguma urgência nocturna, ficando assim com o dia livre para ir pescar, se calhar era mesmo isto que me estava a tirar o sono, e não o trabalho.
Se por acaso isso acontecesse já tinha a coisa combinada com o amigo Tiago Lucas que estava de férias e ia fazer o romper da manhã ao spinning.
Para agravar a minha situação de ansiedade, acabara de ser expulso da cama, devido da minha inquietude que estava a perturbar o sono da minha santa esposa, não hesitou em mandar-me ir para o sofá, cenas típicas de casais he he he.
Era 1 da manhã, vou para a sala, ligo a televisão e começo e fazer zaping até que fiquei a ver um filme que me despertou atenção.
Por volta das 2 da manhã toca o telefone, era a tal avaria que precisava, levantei-me do sofá e em 3 tempos estava fardado e a sair para o trabalho.
Comecei logo a fazer contas de cabeça, tenho de despachar o trabalho cedo, para ver se consigo estar no mar por volta das 7 da manhã.
A coisa correu bem, despachei o trabalho bem cedo como queria e ás 6 da manhã estava em casa a trocar a farda de trabalho pela da pesca.
Tudo pronto e vai ele que nem um desalmado, chegado ao local combinado, a presei-me a colocar as amostras a trabalhar, fui caminhando ao encontro do Tiago, fazendo meia dúzia de lances nos cantinhos onde fazia feição.
Entre algumas trocas de amostras, e pontos quentes batidos sem resultados, lá dei com o Tiago Lucas que estava com o primo a tentarem a sorte mas sem um único toque.
Ainda era escuro, mas aproximava-se aquela hora fatal, o crepúsculo, após 2 dedos de conversa, uma nova troca de amostra, desta feita para uma Vega AKADA cavala, ao 2º ou 3º lançamento TAU, drag a cantar e pouco depois estava cá fora um bom robalo, na casa dos 2kg, já me sentia satisfeito pois a grade estava safa.
Peixe no saco e toca de mandar mais uns lançamentos, sempre na expectativa de ter sorte novamente, mas parecia ser aquele o único que por ali andava.
Com a maré praticamente cheia, puxo da Silent Assasine, aquela amostra que apenas uso em situações que me garantam que não vai lá ficar agarrada em alguma pedra.
Poucos lançamentos feitos e TAU novamente, desta feita ferrou praticamente na rebentação, após uma arrancadas, cá estava ele fora da água.
Acelero o passo para aproveitar o momento, novos lançamentos e mais um da mesma bitola no saco e mais 2 que desferraram pelo caminho.
Parecia que tinha mel o raio da amostra, não é que em pouco mais de meia hora fez 4 ferragens, o Tiago e o primo nem um toque, já me chamavam de leiteiro.
Lá continuei a insistir, e pouco depois tinha outro na ponta da linha, ZZZZZZ....zzzzzzzz...este parecia-me maior, e digo ao Tiago que me estava a ajudar, este deve ter 3,5kg, é um bom peixe.
Com calma fui tentando encalhar o peixe, ele estava já ali na rebentação, mas como ainda era de noite não queríamos apontar lanternas para a agua, tentei aproveitar uma onda para o colocar a seco, ele veio cá acima, foi só ai que já com a lanterna acesa virados para terra, que vimos o tamanho do bicho, mas não lhe conseguimos por a mão em cima.
É um grande peixão dizia o Tiago, tem calma pá!!!
2 ou 3 ondas depois lá o consegui fazer subir novamente e deitar-lhe a mão, sorriso de orelha a orelha e claro uma enorme satisfação, mas que belo robalo, peixe de uma vida mesmo.
Pesado na hora com a balança do Tiago acusou 6,750kg, recorde pessoal batido, foi sem duvida a cereja no topo do bolo.
Ainda insistimos mais, mas não deu mais nada, a Leitaria como carinhosamente o Tiago Lucas apelidou aquele cantinho, já estava seca he he he
Um agradecimento especial aos meus companheiros de jornada, pela companhia, pela ajuda, pelo empréstimo de um saco para o peixe, já que o meu era pequeno, não estou habituado a tanto peixe he he he e pelas fotos, só assim é que imortalizamos estes momentos únicos para o resto da vida.
Já em casa o pescador mais novo da dinastia Franco também quis tirar uma foto com o peixe e o bichinho do spinnig já lhe desperta bastante interesse, insiste em querer lá ir mandar umas amostras, por vários motivos mas principalmente a segurança, acho que ainda é cedo para se iniciar neste tipo de pesca, talvez para o ano vá.
Claro que após esta manhã de spinning bastante produtiva, tínhamos de lá voltar para fazer o anoitecer, e ver se a Leitaria Costa tinha mais alguns peixes para nos dar, mas isso fica para um próximo relato.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Afinal o ditado está correcto!!!
Pois bem depois de 2 jornadas seguidas de spinning com sucesso, tinha de ver se bate certo o ditado popular «Não há 2 sem 3», posto isto este sábado fui lá lançar umas amostras.
Acordar bem cedo como manda a regra, antes do amanhecer já estava a descer a arriba nas Gentias, quase a chegar ao mar vou ao tapete, um belo dum tralho para começar bem a pesca.
Levanto-me e vejo os estragos da queda, uns arranhões no cromado, fato de neoprene com uns cortes, cana e carreto intactos, menos mal, podia ter sido pior.
Depois disto, meio dorido lá dei inicio à pescaria, lançamento atrás de lançamento lá fui eu até Porto Chão, de robalos apenas vi apanharem um que estava num aparelho mesmo à minha frente.
Continuei a insistir já a manhã ia a meio quando tive aquela boa sensação de peixe a puxar pela amostra, curiosamente vinha ferrado pela barriga, o que fez com que parecesse um pouco maior, sem grande luta pus o peixe a seco.
Voltei à carga mas até ao final da jornada não senti mais nada, mas a teima estava tirada e o ditado faz todo o sentido, não há mesmo 2 sem 3.
Depois de 3 jornadas seguidas a tirar peixe, fiquei tentado a lá voltar na manhã seguinte, mas o resultado foi uma bela grade, também faz parte mas quase já me esquecia he he he.
Ainda fui brindado com a companhia desta passarada, Maçaricos das Rochas que descontraidamente mariscava nas pedras à minha frente.
Abraços e bons lances a todos.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
De mão quente, será possível??
Nesta jornada as expectativas eram poucas, mas após uma boa jornada anterior para moralizar, nada como tentar uma 2ª vez.
Como o mar era bastante mexido achei que não valia a pena sair muito cedo de casa, então por volta das 6 da manhã lá estava eu a chegar ao pesqueiro.
Desta feita fui bater a zona de Cambelas, desci na Ursa ainda de noite e ao romper do dia lá estava eu a mandar umas amostras.
A força do mar deixava poucos spots com alguma feição, mas num ou noutro canto, o mar deixava trabalhar bem as amostras.
Fui batendo bem esses cantos até à Lamparoeira, mas sem sucesso, voltei para trás, com a maré a baixar iam aparecendo mais algumas possibilidades de spots que ia tentando explorar.
Até que num desses consegui enganar o único peixe da jornada, depois de engata-lo lá dentro, deu pouca luta, até pensei tratar-se de um peixe pequeno, mas quando estava quase aos pés vi que era um bonito robalo, escurinho, com tom meio esverdeado, quase parecia um achigã, apenas quando o peixe me viu, deu alguma luta, fazendo duas ou três investidas antes de ficar a seco.
Ainda insisti mais uma hora para ver se lá andava mais algum perdido, mas este era mesmo filho único, dei por terminada a jornada com saldo positivo, um robalo com 2,365kg.
Pois bem agora é que ninguém me para no spinning he he he, pelos vistos ando de mão quente, é de admirar duas pescas seguidas ao spinning a tirar peixe, não acredito.
Agora é tentar fazer jus ao velho ditado, «Não à duas sem três» e matar mais algum peixinho.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Nem sempre, nem nunca
Pois é caros amigos este fim de semana para desenjoar da pesca à bóia com engodo, decidi pegar na cana de spinning e dar banho às amostras, na tentativa de apanhar um robalinho ou trazer mais uma grade he he he.
O resumo da jornada é bem curto, já a jornada essa foi bem comprida e bastante puxada, praticamente foi uma directa nocturna.
Por volta da 1 da manhã chegava ao primeiro pesqueiro, entrei em Ribeira D'ilhas e fui batendo todos os cantinhos possíveis e imaginários até aos Coxos, mudando de amostras varias vezes como manda a lei, sem resultados volto para o carro.
Ir para casa ainda não estava nos planos, com a maré a baixar na ideia tinha novo spot, a praia das Amoeiras, quando lá cheguei a maré ainda não tinha a cota de agua desejada, ainda estava de noite, para enganar o estômago uma bucha que tinha levado, com o sono já a apertar ainda passei pelas brasas uma horinha.
Quando acordei estava na hora certa, o dia a começar a clarear e o mar com a altura certa, muita areia no pesqueiro não me animava muito, mas como já lá estava nada como insistir mais uma ou 2 horas.
Fui andando para norte, mudando de amostras e mandando uns tiros aqui e ali, encontro um companheiro que também tentava a sua sorte, em conversa com ele digo-lhe que o mar não esta bom, que estava mexido demais e a agua um pouco tapado, ele respondeu-me, eu acho exactamente o contrário, está mesmo bom eles é que não estão por aqui.
Afasto-me um pouco dele, era uma zona de muita pedra com limos de correia, mudo de amostra para uma daquelas todas assassinadas, daquelas mais baratinhas, já a perder a pintura, aquelas que se lá ficar não se perde grande coisa.
Não é que após meia dúzia de lançamentos ela agarra qualquer coisa, como inicialmente não mandou aquela porrada habitual, pensei que era limos, mas depois os limos começaram a andar, olá já cá está um, com calma trabalhei o peixe que ainda fez o drag trabalhar e pouco depois estava a seco, um robalo de 2,200kg a premiar o esforço da jornada.
Claro que insisti mais, mas era filho único, já foi bom para animar para futuras jornadas de spinning.
O resumo da jornada é bem curto, já a jornada essa foi bem comprida e bastante puxada, praticamente foi uma directa nocturna.
Por volta da 1 da manhã chegava ao primeiro pesqueiro, entrei em Ribeira D'ilhas e fui batendo todos os cantinhos possíveis e imaginários até aos Coxos, mudando de amostras varias vezes como manda a lei, sem resultados volto para o carro.
Ir para casa ainda não estava nos planos, com a maré a baixar na ideia tinha novo spot, a praia das Amoeiras, quando lá cheguei a maré ainda não tinha a cota de agua desejada, ainda estava de noite, para enganar o estômago uma bucha que tinha levado, com o sono já a apertar ainda passei pelas brasas uma horinha.
Fui andando para norte, mudando de amostras e mandando uns tiros aqui e ali, encontro um companheiro que também tentava a sua sorte, em conversa com ele digo-lhe que o mar não esta bom, que estava mexido demais e a agua um pouco tapado, ele respondeu-me, eu acho exactamente o contrário, está mesmo bom eles é que não estão por aqui.
Afasto-me um pouco dele, era uma zona de muita pedra com limos de correia, mudo de amostra para uma daquelas todas assassinadas, daquelas mais baratinhas, já a perder a pintura, aquelas que se lá ficar não se perde grande coisa.
Não é que após meia dúzia de lançamentos ela agarra qualquer coisa, como inicialmente não mandou aquela porrada habitual, pensei que era limos, mas depois os limos começaram a andar, olá já cá está um, com calma trabalhei o peixe que ainda fez o drag trabalhar e pouco depois estava a seco, um robalo de 2,200kg a premiar o esforço da jornada.
Claro que insisti mais, mas era filho único, já foi bom para animar para futuras jornadas de spinning.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Os Senhores dos Mares
Após alguns meses sem publicar, por vários motivos, decidi voltar ao activo e continuar a dar vida a este espaço de partilha.
Para recomeçar nada melhor que colocar alguma lenha na fogueira, claro que a carapuça fica para quem a enfiar, já que vou dissecar um tema bastante peculiar e corrente dos pescadores dos dias de hoje, em especial dos mais ligados às novas tecnologias do mundo da web.
Nos dias que correm, após as jornadas piscatórias é natural e normal que os pescadores as fotografem, relatem e que as partilhem em blogs, fóruns ou no facebook.
Para alguns é uma forma de partilhar conhecimentos, para outros uma maneira de travar novas amizades com pessoal que se identifica com as suas publicações, para uma minoria apenas uma forma de enaltecer os seus feitos.
Eu pessoalmente gosto de partilhar tudo, sem segredos, sem hipocrisia, sem falsidade, considero-me um pescador mediano, que muito tenho ainda para aprender, sempre em evolução constante.
Gosto de pescadores que partilham seus feitos, exemplares de sonho, peixes de uma vida, todas as suas conquistas estoicamente alcançadas, com muito suor e dedicação, carregadas de mérito, com muitas horas passadas no mar, com um estudo aprofundado de todas as variáveis e condicionantes que tornaram possíveis essas capturas, muito tempo e dinheiro investido, tanto em material, como em deslocações ao mar.
A meu ver são pescadores idolatrados como Deuses, são verdadeiros Ídolos no mundo da pesca, tal é a regularidade com que conseguem tais feitos, publicam fotos vangloriando-se, inchados dos pés à cabeça, eu sentiria o mesmo certamente se os realizasse.
Mas é para mim muito difícil aceitar e tolerar a falta de humildade, de sensibilidade e acima de tudo a ganancia que demonstram, ficam chateados se perguntam como foi pescado, onde foi pescado, com que isca foi pescado, chegando mesmo a minimizar e ridicularizar quem o faz.
Gostam apenas de ser reconhecidos como grandes pescadores, verdadeiros filósofos piscatórios, novos ideologistas da pesca, pescadores que de lúdicos tem muito pouco, já que grossa parte do peixe capturado é para venda e não para consumo próprio, grande parte destes acham-se senhores donos do mar .
Esquecem-se de que quando começaram a pescar, pouco ou nada sabiam, foram aprendendo vendo outros pescadores, seus ídolos na altura, que lhes seguiram os passos, ouvindo aqui e ali alguns segredos e pesqueiros, uns de forma inconsciente outros nem tanto, que aprenderam lendo revistas de pesca ou pesquisando na Internet.
Após as suas publicações, ficam extremamente irritados ao verem os spots secretos invadidos por pescadores em busca do exemplar de uma vida.
Este é o preço a pagar pela fama, deviam conseguir viver com isso, adaptando-se da melhor maneira possível, ou então não publiquem nada, assim nunca os questionam, não os perseguem, ninguém os imita, nem lhes rouba os spots, bem sei que o termo roubar é uma palavra forte, mas muitos intitulam-se donos dos mesmos tal é a regularidade com que os frequentam.
Afinal de contas tornam-se vitimas do seu próprio ego, é o reverso da medalha, estas são as consequências do merecido reconhecimento.
Para finalizar deixo apenas uma citação muitas vezes mencionada por esses mesmos pescadores, «Os peixes já apanhados ninguém os volta a apanhar».
Abraços, bons lances e boas publicações.
Para recomeçar nada melhor que colocar alguma lenha na fogueira, claro que a carapuça fica para quem a enfiar, já que vou dissecar um tema bastante peculiar e corrente dos pescadores dos dias de hoje, em especial dos mais ligados às novas tecnologias do mundo da web.
Nos dias que correm, após as jornadas piscatórias é natural e normal que os pescadores as fotografem, relatem e que as partilhem em blogs, fóruns ou no facebook.
Para alguns é uma forma de partilhar conhecimentos, para outros uma maneira de travar novas amizades com pessoal que se identifica com as suas publicações, para uma minoria apenas uma forma de enaltecer os seus feitos.
Eu pessoalmente gosto de partilhar tudo, sem segredos, sem hipocrisia, sem falsidade, considero-me um pescador mediano, que muito tenho ainda para aprender, sempre em evolução constante.
Gosto de pescadores que partilham seus feitos, exemplares de sonho, peixes de uma vida, todas as suas conquistas estoicamente alcançadas, com muito suor e dedicação, carregadas de mérito, com muitas horas passadas no mar, com um estudo aprofundado de todas as variáveis e condicionantes que tornaram possíveis essas capturas, muito tempo e dinheiro investido, tanto em material, como em deslocações ao mar.
A meu ver são pescadores idolatrados como Deuses, são verdadeiros Ídolos no mundo da pesca, tal é a regularidade com que conseguem tais feitos, publicam fotos vangloriando-se, inchados dos pés à cabeça, eu sentiria o mesmo certamente se os realizasse.
Mas é para mim muito difícil aceitar e tolerar a falta de humildade, de sensibilidade e acima de tudo a ganancia que demonstram, ficam chateados se perguntam como foi pescado, onde foi pescado, com que isca foi pescado, chegando mesmo a minimizar e ridicularizar quem o faz.
Gostam apenas de ser reconhecidos como grandes pescadores, verdadeiros filósofos piscatórios, novos ideologistas da pesca, pescadores que de lúdicos tem muito pouco, já que grossa parte do peixe capturado é para venda e não para consumo próprio, grande parte destes acham-se senhores donos do mar .
Esquecem-se de que quando começaram a pescar, pouco ou nada sabiam, foram aprendendo vendo outros pescadores, seus ídolos na altura, que lhes seguiram os passos, ouvindo aqui e ali alguns segredos e pesqueiros, uns de forma inconsciente outros nem tanto, que aprenderam lendo revistas de pesca ou pesquisando na Internet.
Após as suas publicações, ficam extremamente irritados ao verem os spots secretos invadidos por pescadores em busca do exemplar de uma vida.
Este é o preço a pagar pela fama, deviam conseguir viver com isso, adaptando-se da melhor maneira possível, ou então não publiquem nada, assim nunca os questionam, não os perseguem, ninguém os imita, nem lhes rouba os spots, bem sei que o termo roubar é uma palavra forte, mas muitos intitulam-se donos dos mesmos tal é a regularidade com que os frequentam.
Afinal de contas tornam-se vitimas do seu próprio ego, é o reverso da medalha, estas são as consequências do merecido reconhecimento.
Para finalizar deixo apenas uma citação muitas vezes mencionada por esses mesmos pescadores, «Os peixes já apanhados ninguém os volta a apanhar».
Abraços, bons lances e boas publicações.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Spinning Nortenho com o capitão Iglo
Numa estadia em trabalho por terras nortenhas, mais propriamente em Esposende, não resisti e trouxe comigo o material de spinning.
Desafiei o Capitão Iglo(uma nova alcunha) a trazer o seu material de spinning, comprado com a minha ajuda à cerca de 3 anos, mas ainda por estrear he he he.
Num final de tarde lá fomos nós até à Apúlia, fazer o cair da noite e tentar arranjar algum robalo para o jantar.
O mar estava bom, mas um pouco tapado e com algum limo solto a dificultar a tarefa.
Comecei com um vinil, depois mudei para amostras rígidas, mas os limos não deixavam estas trabalhar da melhor forma, acabei por apostar nas passeantes.
O Capitão Iglo acabou por se estrear no spinning, e portou-se muito bem, não apanhou peixe nenhum, mas apanhou bastantes limos, tal como eu he he he
Não conseguimos arranjar peixe para o jantar, tivemos de nos contentar com uns douradinhos de pescada da Iglo. valeu pelos momentos passados junto ao mar, numa zona muito bonita.
Este fim de semana vou voltar a dispara umas amostras, desta é que eles não me escapam.
Abraços a todos e bons lances.
Desafiei o Capitão Iglo(uma nova alcunha) a trazer o seu material de spinning, comprado com a minha ajuda à cerca de 3 anos, mas ainda por estrear he he he.
Num final de tarde lá fomos nós até à Apúlia, fazer o cair da noite e tentar arranjar algum robalo para o jantar.
O mar estava bom, mas um pouco tapado e com algum limo solto a dificultar a tarefa.
Comecei com um vinil, depois mudei para amostras rígidas, mas os limos não deixavam estas trabalhar da melhor forma, acabei por apostar nas passeantes.
O Capitão Iglo acabou por se estrear no spinning, e portou-se muito bem, não apanhou peixe nenhum, mas apanhou bastantes limos, tal como eu he he he
Este fim de semana vou voltar a dispara umas amostras, desta é que eles não me escapam.
Abraços a todos e bons lances.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Pescaria a 2 mãos
Pois bem ontem à ultima ora, lá me decidi a levantar cedo e fazer a minha terapia de fim de semana, uma pescaria rápida, só para tirar a comichão he he he.
Apesar de algum vento, desta vez optei por dar um banho às amostras e tentar um cabeçudo, comecei nos Coxos e logo ao romper da manhã o tão desejado toque, já não foi grade, claramente que foi devolvido ao seu habitat devido ao seu enorme tamanho ;)
Após tirar este pequeno predador, bem que procurei o pai dele, fui experimentando aqui e ali até Ribeira D'ilhas, pelo caminho fui encontrando alguns companheiros a pescar à bóia, dar os bons dias e umas dicas fica sempre bem.
Já no regresso ao carro quem é que eu encontrei por acaso, o meu velhote que vinha pescar à chumbadinha e tinha acabado de chegar, dadas as boas condições do mar não resisti e estiquei a cana de bóia que ele trazia só para fazer o gosto ao dedo.
Em pouco mais de meia hora tirei 5 sargos, depois de matar o vício, despedi-me do meu pai e continuei em direcção ao carro, pelo caminho ainda ouve tempo para mais uma paragem para conversar e dar umas dicas a uns amigos que tinham acabado de chegar para fazer uma pesca à bóia.
E assim se passou mais um bom bocado junto ao mar, pronto para mais uma semana de labuta, prá semana à mais ;)
Apesar de algum vento, desta vez optei por dar um banho às amostras e tentar um cabeçudo, comecei nos Coxos e logo ao romper da manhã o tão desejado toque, já não foi grade, claramente que foi devolvido ao seu habitat devido ao seu enorme tamanho ;)
Após tirar este pequeno predador, bem que procurei o pai dele, fui experimentando aqui e ali até Ribeira D'ilhas, pelo caminho fui encontrando alguns companheiros a pescar à bóia, dar os bons dias e umas dicas fica sempre bem.
Já no regresso ao carro quem é que eu encontrei por acaso, o meu velhote que vinha pescar à chumbadinha e tinha acabado de chegar, dadas as boas condições do mar não resisti e estiquei a cana de bóia que ele trazia só para fazer o gosto ao dedo.
Em pouco mais de meia hora tirei 5 sargos, depois de matar o vício, despedi-me do meu pai e continuei em direcção ao carro, pelo caminho ainda ouve tempo para mais uma paragem para conversar e dar umas dicas a uns amigos que tinham acabado de chegar para fazer uma pesca à bóia.
E assim se passou mais um bom bocado junto ao mar, pronto para mais uma semana de labuta, prá semana à mais ;)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Nem tudo é mau
Ora viva caros amigos, como estamos na força máxima da época robaleira, ultimamente tenho dedicado todas as minhas idas ao mar, praticando a modalidade de spinning, com vinis, mas acima de tudo com amostras rígidas.
Em mente levo sempre a ideia de apanhar algum robalo de bom porte, mas após algumas investidas, com vários tipos de mar e altura de maré, os resultados tem sido fracos no que toca a peixe.
Até agora penas um kileiro se fez à amostra, e acabou num tabuleiro coberto de sal.
Apesar de tudo tenho passado excelentes momentos no mar, partilhando jornadas com outros colegas, este tipo de pesca tem este lado positivo.
Aqui a somar mais uma grade na companhia do Luciano Inácio, pescador do blog Grades na Praia.
Até começarem as provas competitivas, vou continuando a insistir, pode ser que a sorte me sorria, se isso acontecer vocês serão os primeiros a saber.
Abraços e bons lances a todos.
Em mente levo sempre a ideia de apanhar algum robalo de bom porte, mas após algumas investidas, com vários tipos de mar e altura de maré, os resultados tem sido fracos no que toca a peixe.
Apesar de tudo tenho passado excelentes momentos no mar, partilhando jornadas com outros colegas, este tipo de pesca tem este lado positivo.
Aqui a somar mais uma grade na companhia do Luciano Inácio, pescador do blog Grades na Praia.
Na ultima saída, na companhia do Eduardo não foi grade, mas andou lá perto ;)
Até começarem as provas competitivas, vou continuando a insistir, pode ser que a sorte me sorria, se isso acontecer vocês serão os primeiros a saber.
Abraços e bons lances a todos.
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