Este espaço destina-se à divulgação da pesca, em especial da pesca à bóia e da pesca de competição, onde relato as minhas pescarias e aventuras na região Oeste e não só.

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Tomou-lhe o gosto, agora não quer outra vida

Esta foi mais uma jornada nocturna de bóia com o meu júnior, num fim de semana de  mar manso, lá fomos tentar uns carapaus ou cavalas, agora que tomou-lhe o gosto não quer outra vida, noites perdidas é com ele ;)))
Desta feita, aproveitei para partilhar a jornada com o Hélder Luca, um amigo de longa data, com quem já não tinha uma jornada à muito tempo, tem andado arredado das lides piscatórias, mas com muita vontade de pescar.
O ponto de encontro foi na Assenta, por volta da uma da manhã lá estávamos, como o mar não nos agradou por aquelas bandas, tentamos procurar um local onde o mar estivesse mais calmo, pensamos na Ericeira, a pescar no molhe.
Quando lá chegamos, já lá estavam muitos pescadores, uns a pescar para dentro do porto, outros a pescar para fora, nós ficamos cá atrás, na plataforma onde está a grua para por os barcos na agua, logicamente a pescar para dentro do porto, eu sei que não se pode, mas era o local mais seguro para estar com ele, longe da confusão.
Isto de não estar à muito, com um amigo de longa data tem que se lhe diga, depois de pormos a conversa toda em dia, a impaciência do meu filho já apertava, tinha vindo para pescar e não para estar na conversa.
 Passamos à acção, propriamente dita, preparamos um balde de engodo, após umas valentes colheradas lançadas ao mar, montamos a cana, o divertimento estava prestes a começar, mas sem antes nos rirmos com as palhaçadas típicas do miúdo he he he.
Os típicos beliscos de sardinha no anzol e pesca na agua, após uns bons minutos, lá começaram a sair uns carapaus para alegria do petiz, mas muito espaçadamente, eu com as saudades que estava da pesca, decidi montar uma caninha, para me entreter nos intervalos de ajuda ao pequeno.
Após ter tirado 2 ou 3 carapaus também, vem o acontecimento da noite, até parece coisa de maçarico principiante, o engodo tinha acabado, o que é que eu decidi fazer, isco a cana e lanço, pouso-a no pontão bem ao nosso lado e vou prepara o engodo, nisto só oiço a cana a arrojar pelo pontão a fora, ainda corro para a tentar agarrar, mas em vão, cana ao mar, mas pior, tinha peixe ferrado, e lá ia ela mar dentro.
Eu incrédulo a olhar para ela, a flutuar e mover-se, à tona de agua, logo a Excalibur Dynamic, uma das canas que tenho mais estima, foi-me oferecida pela minha esposa quando fiz 18 anos, na altura que me aprumava na pesca à bóia, estava angustiado, não pelo seu valor monetário, mas sim pelo valor sentimental que tem.
Rapidamente chamo o meu filho, para tentar com a sua cana, fazer um lançamento e tentar pesca-la, ele nervoso vem a correr e embrulha a sua pesca toda na cana, fonix só faltava esta, estava fora de questão perder tempo a desembrulhar aquilo.
Enquanto isso lá continuava a cana em movimento, agora lateral, mantendo-se ao alcance, passo ao plano B, pensei atirar-me à agua, mas esse seria o plano C, antes ainda tinha  mais uma tentativa de lançamento, chamo o Hélder para me emprestar a sua cana numa ultima acção desesperada já com a cana a uns bons 30/40 metros, faço um lançamento, bingo, à primeira tentativa cana ferrada!!!!
Fui puxando com calma para ver se não largava, dava para ver que o peixe ainda lá estava pelos puxões que dava , por sorte estávamos junto da escada de embarque, puxei-a até ali onde o Hélder lhe deitou a mão.
Lá puxei a linha e lá estava a causadora de todo o problema, uma srª cavala, a primeira da noite, pegou na isca e fugiu num arranque desenfreado bem típico, por sorte a coisa correu bem e ficou uma historia feliz e engraçada para contar, caso estivesse a pescar sozinho, como muitas vezes acontece, não tenho duvidas que o desfecho tinha sido triste.
Depois deste episódio, eu deixei de pescar, as cavalas entraram em força, deixando o meu aluno em êxtase, com as boas arrancadas que davam, já com o dia a amanhecer, demos por terminada a jornada ali, pois o pessoal da pesca embarcada estava a chegar e a grua começava a por os barcos na agua. 





Ainda fizemos uns lances do lado norte, apenas para gastar o engodo, apenas o Hélder tirou um sargote e o João uma boga, demos assim por terminada mais uma jornada, bastante atribulada mas com as latas bem compostas.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Ambrósio, taxista de serviço!!!

No dia 14 de Junho realizou-se mais uma vez o grande convívio de pesca da União Recreativa do Bárrio,  no concelho de Alcobaça, este é sem duvida um daqueles que não posso faltar, zona de pesca muito boa, embora difícil, mas acima de tudo pela excelente organização, onde não nos deixam passar fome nem sede, já para não falar da boa montra de prémios.
Assim sendo, fui um dos 140 pescadores que marcaram presença na chamada matinal, como o meu companheiro habitual não pode estar presente, fui de boleia com os meus companheiros de equipa, o César Ribeiro e  Bisnaga.
A caminho do pesqueiro quase me vomitava, era mais 500mts e virava o barco, detesto ir à pendura em carros desconhecidos, o organismo dá de si.
O dia não estava famoso, com ameaças de chuva constantes, o mar, esse estava excelente, desta feita não escolhi pesqueiro, fui descobrir um novo spot, já conhecido do César, do qual não sei o nome, fica a norte da Baía de São Martinho, se algum pescador o reconhecer pelas fotos que me diga como se chama.
Após deixar o carro, descemos a arriba, descida não muito longa, mas como estava de chuva estava bastante escorregadia, zona vasta de caneiros e lagos, muito por onde andar, eu acabei por apostar num caneiro praticamente em frente à descida, os meus companheiros foram para sul.
Começamos a pescar com a maré vazia, sempre a subir, depois de fazer um balde de engodo, montar 2 canas, uma com 0,18mm e bóia de 5grs, outra com fio 0,16mm e bóia de 3grs, a escolha inicial recaiu na pesca mais fina, pois as aguas eram abertas e probabilidade de sair tainhas era maior, anzol mais pequeno que o habitual, o nº8 da Gamakatsu , para isca os habituais beliscos de sardinha.
Ás 8 horas dávamos inicio à pescaria, caneiro engodado da frente para trás, e bóia na agua, o meu palpite não falhou, as tainhas entraram, pequenas como é habitual nesta zona, manhosas e a tirar-me a paciência, com alguma dificuldade lá fui tirando algumas.
Não demorou muito tempo para que o mar me sacudisse deste caneiro, foi nesse preciso momento que os sargos entraram também, ainda tirei 2, um robalote e uma salema, mas não dava para lá estar mais tempo, tive de sair com agua pela cintura.
Depois vem o problema de não conhecer o spot, fui procurar novo poiso, para sul tinha alguns pescadores, assim virei-me para norte, pouca altura de agua nos pesqueiros, e na maior parte com corrente lateral, nada que me agradasse.
Fui para uma zona de pedras mais altas, mas não encontrava nenhum buraco que me enchesse o olho, ainda faço 2 ou 3 pesqueiros, onde consegui apanhar um sargo e uma tainha, como a coisa não me agradava, voltei para a zona inicial, reencontrei os meus companheiros de jornada, desanimados e ainda a gradar, isto a faltar uma hora e meia para o final da prova.
Foto: José Caetano

Sem saber onde ir, acabei por ficar ao pé deles, engodo no pesqueiro, logo ao primeiro lance tiro uma boa tainha, 2 ou 3 lances depois tiro um bom sargo, começa um deles a duvidar da isca que estava a usar, pois não sentia nada.
Dei-lhe então sardinhas das minhas, e finalmente conseguiram apanhar peixe, tiro mais um sargo, mas com o subir da agua o peixe fugiu do pesqueiro, pego no balde de engodo e vou novamente para norte onde já tinha estado.
Agora já com mais agua, as condições eram bem diferentes, a agua não corria e o engodo trabalhava melhor no pesqueiro, na meia hora final, ainda consegui compor a pesca com 4 sargos e deixar fugir mais alguns a desferrar.
A pesca estava feita, agradou-me bastante este novo sopt, zona com uma paisagem magnifica e com peixe, fundamental claro está, agora é voltar novamente para ir criando circuitos, de modo a obter jornadas mais produtivas.

Depois de entregar o peixe, a organização presenteou os pescadores com um vasto leque de petiscos para aguçar o apetite, gambas fritas, petingas fritas, pipis, salada de orelha entre outros, tudo top, quase nem era preciso almoçar com tanta fartura he he.



Depois da pesagem realizada, mais comidinha da boa, uma sopa da pedra de alta categoria, virei 2 discos, havia ainda um 2º prato, carne à portuguesa, tudo bem regado com bebida à descrição, vinho cerveja, sumos, aguas, já para não falar das sobremesas variadas, que ainda tive de arranjar espaço para provar algumas.
Houve pescadores, pelos vistos faltaram à pesca e ao almoço também, ha ha!!Mas não digo nomes.

O ambiente estava bom, grande camaradagem e convívio, mas ainda faltava a entrega dos prémios e sorteios.
Esta prova foi ganha pelo Jorge Carvalho do Independente de Peniche, com uma grande pescaria, somando 40220pts, ganhou ainda o prémio para o maior numero de exemplares, com 65 peixes, 38 sargos e 27 tainhas, para ele os meus parabéns.
Em 2º lugar ficou o meu colega de equipa Miguel Serra, com 29280pts, ganhou ainda o prémio para maior exemplar, um robalo com 0,865kg.

A fechar o pódio ficou Jorge Soeiro com 23535pts, por equipas e clubes o Independente não deu hipóteses e saiu vitorioso.
Nas senhoras, Cátia Bertolo da GAP Magoito venceu com 3245pts , e nos juvenis Francisco Borga saiu vitorioso totalizando 2320pts, eu fiquei num honroso 7º lugar, e no sorteio, ainda fui brindado com uma caninha de bóia, uma Azimute da Barros, nada mau ;)

O ultimo classificado premiado, por coincidência ficou no lugar 69, levou um prémio de consolação.


Resta-me dar os parabéns à organização pelo convívio realizado, alto nível, só ao alcance de um grande grupo de trabalho se atinge este nível de excelência.

No ainda longo regresso até casa, como tinha bebido menos(álcool), tive de fazer de Ambrósio e trazer o carro, enquanto  os senhores lordes, desfrutavam da paisagem de pernil esticado he he 
Fica assim relatada mais uma aventura, mais se avizinham brevemente.
Aquele abraço e bons lances a todos.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Starlight ao fundo, novidade para o Júnior

Esta foi uma jornada à muito esperada pelo meu júnior, uma pescaria nocturna aos carapaus. 
O desconhecido e a curiosidade aguçavam-lhe o apetite, a novidade de estar na escuridão da noite a olhar para o starlight, este desaparecer na agua afundado pelo puxar de um peixe, animavam o pequeno pescador.
Pelas previsões do Windguru a sexta feira passada, seria um dia de mar bem calmo, com pouco vento, perfeito para este tipo de pesca, tinha ficado a promessa de pesca nesse dia e ele não se esqueceu.
 O dia prometido para a pescaria, coincidiu com o ultimo dia de aulas, depois da festa de final de ano, foi chegar a casa, jantar a correr e ir par o mar que se fazia tarde, é que isto da pesca ao carapau tem muito que se diga, convém ir cedo para tentar apanhar um lugar sossegado nos pesqueiros de eleição, pelo menos na minha zona são poucos, o que faz com que por vezes se aglomerem 30 ou 40 pescadores em poucos metros.
O pesqueiro ideal para ele era Pedra que Bole, na praia Formosa em Santa Cruz, por vários motivos, estaríamos em segurança, com alguma luz para facilitar a ambientação do Júnior à pesca nocturna, mas acima de tudo, porque à partida estaríamos lá sozinhos.
Não é que eu tenha problemas em pescar no meio da multidão, mas não é a coisa que mais gosto, uma vez que era ele que ia pescar, o mais certo era embrulhar a pesca com meio mundo, assim ali estaríamos descasados sem chatear ou estorvar outros pescadores.
Arrancamos para o mar por volta das 10 da noite, apanhar o tal pesqueiro era quase uma miragem, mas ainda assim passamos por lá para ver, quando lá chegamos, o espanto, nem um único pescador na praia Formosa, era mau sinal, apenas na Pedra que Bole se via um vulto de um pescador, a noite não estava muito quente, com algum vento fresco de norte nada agradável, arriscamos na mesma em ficar por ali.
Descemos e fomos em busca de um bom local, mas o melhor spot era mesmo em cima da tal pedra, assim fui lá ver se conhecia o tal pescador que lá estava, para lá pescarmos a seu lado. 
Não o conhecia, ainda assim perguntei delicadamente se podíamos pescar ali com ele, expliquei-lhe as razões de irmos para ali, uma vez que os outros lugares estavam vazios, não era por mim, pois nem ia pescar, era mesmo para o miúdo estar em segurança e conseguir pescar em condições, uma vez que estávamos de costas para o vento e com a agua por baixo dos nossos pés.
Foi boa pessoa, sem problema nenhum disse que estávamos à vontade, na altura ainda não estava à pesca, estava a montar a cana, uns dedos de conversa e estava feita mais uma amizade.
Chegava a nossa vez de montar a cana, fio 0,18mm, bóia de 4grs com o respectivo starligth na ponta, uns lombinhos de sardinha para isca, preparo um balde de engodo, a maré já subia à umas 3 horas, já com baste agua no pesqueiro lá demos inicio à jornada.
Cedo deu para ver que a coisa ia animar, bóia a afundar e o primeiro carapau da noite estava na lata, a alegria habitual nos olhos dele dizia tudo, era o seu primeiro carapau, a animação continuou com alguns a desferrar na subida, mas os carapaus foram saindo.

A noite ia avançando, o frio apoderava-se do petiz, mesmo bem agasalhado, começava a bater o dente, não tinha trazido mais roupa, só tinha uma solução, tirar a minha camisola para lha vestir, ficando em t shirt, foi exactamente o que fiz, que pai não o faria?
Atitude protectora de pai, lembro-me bem de atitudes destas que o meu pai teve para comigo, os miúdos não se esquecem destes actos heróicos de afecto, assim como eu ainda não me esqueci.
Já mais agasalhado e quentinho, lá continuamos animadamente a encher a lata, impressionante a resistência dele.
Por volta das 2 da manhã, dávamos por terminada a pescaria com a lata praticamente cheia, foram 36 carapaus e uma grande e inesperada tainha.
Saiamos bastante satisfeitos com a pescaria e resultado, com peixe fresco para o almoço e com a promessa de nova investida, assim que as condições estiverem reunidas, lá voltaremos a fazer mais uma carapauzada.
Assim que entrou no carro para voltar para casa, o cansaço do longo dia, faz-se sentir, em poucos minutos estava a dormir como um anjinho, he he he
Este foi mais um dia de pesca com o orgulho da minha vida, agora que está de férias, certamente vai ter mais oportunidades para fazer o que tanto gosta, PESCAR.

Aqui está o spot em questão, com as devidas condições para esta pesca

O almoço do dia seguinte, carapau com molho à espanhola uummm!!!

Não podia acabar este relato, sem agradecer ao companheiro, que permitiu que partilhássemos o pesqueiro com ele, para ele o nosso OBRIGADO!!!!!! 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Fraquinho, mas nem sempre a pesca corre bem

No dia 8 de Maio realizou-se o convívio de pesca da APE CA CO no litoral Sintrense, eu não era para estar presente para estar mais tempo com a família, mas à ultima hora decidi lá ir, por 2 motivos, gosto da zona de pesca e como ia pescar na mesma mesmo que não fosse ao convívio, porque não ir lá fazer a pescaria e arrancar depois para casa sem ir ao almoço e entrega dos prémios. 
O pesqueiro escolhido foi a Aguda, com muito boas condições, mar mexidinho, tempo encoberto, boa cor de agua, a fezada em apanhar uns sargos era muita.
A pesca do costume, à bóia, a engodar com sardinha, e iscar com sardinha, lá andei a tentar procurar os ditos sargos, com o passar do tempo o animo esmorecia pois o peixe não apareceu como previa, com muito custo lá foi saindo um ou outro peixe.
As coisas neste dia não estavam a correr nada bem, pescas a enrolar, peixe a desferrar, daqueles dias em que pensamos que em casa estava melhor, já que não era para vir mesmo.
Apenas com 4 sargos e uma tainha, cabei por abandonar a prova um pouco mais cedo, para poder almoçar com a família, deixei o peixe com o meu pai, para ele entregar e fiz-me ao caminho.
A prova foi ganha por Luís Alves do clube Gap Magoito, um conhecedores da zona, que quando aparece nas provas não dá hipótese a ninguém, com a sua técnica de pesca ao pião, nos pesqueiros secretos, com isca milagrosa e pelo que se fala sem engodos, é sempre para ganhar com larga vantagem relativamente ao outros classificados, desta vez com mais de 10 kgs de sargos totalizou 40850 pts, pare ele os meus parabéns.
Em 2º lugar ficou Guilherme Serrario  do Paço D`arcos, com 22350pts e a fechar o pódio ficou Bruno Alves também do Paço D`arcos com 22200pts.

Por clubes e equipas ganhou o Gap Magoito, nas senhoras a vitória sorriu a Vera Martins do Carrascalense e  nos juniores venceu o Edgar, da Casa do Povo de Mafra.
Eu acabei por ficar em 30º lugar com 5600pts, nada que envergonhe um pescador, mas muito aquém das expectativas, agora que venham mais dias de pesca, se possível com mais capturas ;)

terça-feira, 16 de junho de 2015

Inquérito duvidoso!!??

Tal como eu, todos os detentores de licença de pesca, já devem ter recebido um SMS da DGRM para responder ao Inquérito da Pesca Lúdica de Mar.
Atenção, pois devem ter alguma na manga para nós, coisa boa não deve ser!!!
Ainda assim acho que devem participar e mostrar pelo menos alguma insatisfação do que vai mal na pesca lúdica e desportiva, na parte final do inquérito existe um campo para isso, dêem a vossa opinião e apertem com eles.

Aqui fica o link para lá irem dar o vosso parecer -     Inquérito DGRM 

Quanto às restantes questões, respondam com consciência, astucia e inteligência, de maneira a não piorar mais o que já vai mal.
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