Este espaço destina-se à divulgação da pesca, em especial da pesca à bóia e da pesca de competição, onde relato as minhas pescarias e aventuras na região Oeste e não só.

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Nem tudo é mau

Ora viva caros amigos, como estamos na força máxima da época robaleira, ultimamente tenho dedicado todas as minhas idas ao mar, praticando a modalidade de spinning, com vinis, mas acima de tudo com amostras rígidas.
Em mente levo sempre a ideia de apanhar algum robalo de bom porte, mas após algumas investidas, com vários tipos de mar e altura de maré, os resultados tem sido fracos no que toca a peixe.

Até agora penas um kileiro se fez à amostra, e acabou num tabuleiro coberto de sal.
Apesar de tudo tenho passado excelentes momentos no mar, partilhando jornadas com outros colegas, este tipo de pesca tem este lado positivo.

Aqui a somar mais uma grade na companhia do Luciano Inácio, pescador do blog Grades na Praia.



Na ultima saída, na companhia do Eduardo não foi grade, mas andou lá perto ;)










Até começarem as provas competitivas, vou continuando a insistir, pode ser que a sorte me sorria, se isso acontecer vocês serão os primeiros a saber.
Abraços e bons lances a todos.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Peixe congelado volta à vida

Se acha que já viu de tudo nesta vida, este vídeo vai surpreendê-lo.
Esta semana foi partilhado no YouTube, o vídeo que está a dar que falar.
Em causa está um peixe que é congelado na hora em Nitrogénio liquido. 
De seguida, o homem que o retira do congelador, pelo que é possível ver nas imagens, o animal parece estar congelado, está totalmente imóvel e coberto de gelo.
Coloca-o num alguidar com água, onde está outro peixe vivo, ao fim de alguns momentos, o animal que estava congelado abre os olhos e começa a nadar.
É possível sobreviver ao congelamento e a choque térmico da temperatura?Pelos vistos é possível.
Não acredita? Veja o vídeo.

Ano Novo, outro Campeonato

Ora viva caros leitores, seguidores, amigos ou simples amantes da pesca desportiva.
É com enorme prazer que convido todos a participar no próximo Campeonato de Pesca na Bordinheira.
O início estava previsto para dia 14 de Fevereiro, dia de São Valentim, a pedido de muitos pescadores, mas acima de tudo, das esposas dos pescadores, alteramos a data para 28 do mesmo mês, assim já não tem desculpa para não participarem ha ha ha....
Passo a explicar a dinâmica, o campeonato é composto por 10 provas, todas as datas estão afixadas na barra lateral direita do blog, o valor da inscrição é de 10 por prova com almoço incluído.
Os participantes, podem praticar qualquer tipo pesca desde que seja apeada, a área de pesca vai do Bico da Corva (Porto Novo), até ao Matadouro, na Ericeira(escadas da capela de São Sebastião), cada um pesca onde quiser.
No final da pescaria, é realizada a pesagem do pescado na sede do A.D.R.C da Bordinheira, seguindo-se o almoço convívio feito pelas cozinheiras da terra (5 estrelas), seguido da entrega de prémios aos 5 primeiros classificados dessa jornada.
No final do campeonato haverá uma boa montra de prémios para todos os participantes, a escolher pela ordem de classificação geral.
Está aberto mais um ano de muita pesca, alguma competição, bastante amizade e animação, mas acima de tudo muito convívio, onde no final o que menos importa serão os resultados desportivos.
Quem estiver interessado pode inscrever-se deixando o nome aqui ou ligando para os contactos que estão no cartaz.
Apareçam pois serão bem vindos!!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Fechar o ano em grande

Esta foi a ultima pescaria do ano 2015, estava de férias e aproveitei para ir fazer a despedida piscatória  do ano na companhia do César Ribeiro e Artur Silva.
O mar estava de feição, sem vento, aguas com boa cor, condições muito boas para uma pescaria à bóia.
Para este dia as expectativas eram elevadas, na mente a vontade de apanhar sargos grandes.
Chegamos a Peniche a meio da manhã, hora da baixa mar, depois de dar uma vista de olhos em alguns pesqueiros, optamos pelo Linho Terra.
A ideia era fazer a enchente, procurando os ditos sargos, recorrendo à pesca do costume, só um pouco mais forte que o habitual, dada as condições adversas do pesqueiro, muita pedra, alguma altura do pesqueiro, mas especialmente devido a procura de peixe graúdo.
Depois de montado o material, engodo feito, iniciamos a jornada, o peixe não queria colaborar, na primeira hora apenas consegui apanhar uma ou 2 tainhas e um bodião, o pesqueiro não estava do agrado do Artur, que foi até ao Baleal procurar aguas mais calmas.
Nós ficamos por ali, fomos insistindo no engodo, procuramos à direita e esquerda da pedra, até que finalmente fui premiado com o que procurava, um belo sargo, daqueles negros, maior que a pedra he he he.


O dia já estava ganho, mas a pescaria prosseguiu, com as boas feições que estavam ainda tiramos mais uns quantos sargotes, mas nada do mesmo calibre, saíram também umas tainhas quileiras.

Depois de uma buxa, para acalmar o estômago, já com a maré a sacudir a malta, arrumamos a trouxa e demos corda aos sapatos, eu dei corda a mais, com medo de uma vaga, escorreguei numa pedra e mandei um malho do cacete, ia partindo a perna, mas felizmente foram só umas arranhadelas.
Depois disto claro que não fomos para casa, o dia tinha sido destinado para a pesca e por isso era até á noite.
Fomos acabar o dia no Baleal, onde estava o Mestre Artur, mas foi tempo perdido, o peixe também não abundava por aquelas bandas, apenas tirei mais 2 sargotes.
Já com o sol a esconder-se, finalizamos a pescaria, antes do regresso a casa ainda ouve tempo para um petisco na praça da Lourinhã, um pica-pau de frango assado na brasa, acompanhado de umas cervejinhas, foi a melhor maneira de finalizar o dia e o ano de pesca.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Família Unida

Esta foi uma das ultimas pescarias do ano 2015.
Uma pescaria combinada à pressa no dia anterior, quando nos encontramos no novo ponto de encontro dos pescadores do Oeste, a loja «Só pesca», as previsões não eram animadores, mas a vontade de estar a pescar com os amigos falou mais alto.
Em principio era para ser só a 3, eu o meu pai e o «Tio Artur Silva», mas como o júnior estava de férias, lá fez o choradinho e acabou por nos acompanhar.
É compreensível que sinta falta do mar, mas eu também, ainda tentei demove-lo, dizendo que estava muito frio, vento e que o mar estava bravo, para ver se conseguia eu matar o vício.
Nada resultou, teimoso que nem uma porta, nada o fez desmobilizar e no dia seguinte ao romper da manhã lá estávamos nós, todos juntos.
O spot escolhido foi o Cavalinho e os Guiões, o mar bravo, bastante vento, dificultaram a pescaria, mas não nos importamos.
Estávamos ali para nos divertirmos, descontraidamente sem correrias ou pressões da competição, apenas o pequeno João Franco estava em modo competitivo, não dando descanso aos mais velhos he he he.
Depois do material montado, um pouco mais forte que o habitual, fio 0,20mm, bóia de 7grs, um anzol um pouco maior, para tentar alguma surpresa, mas também porque o mar e vento assim o obrigavam.
Depois de fazer um balde de engodo, lá fui servir de engodador para os artistas, pescar que é bom, nada ;)

O dia começou difícil, muita sargueta miúda a desiscar, o João foi o primeiro a apanhar uma tainha, pouco depois o Artur tirou 2 praticamente seguidas, o João volta a empatar a coisa.


Com o baixar da maré as tainhas desapareceram, mas como nós estávamos mais virados para os sargos, fomos à sua procura.
Estávamos a arrumar o material para mudarmos de spot, quando começaram a cair pedras vindas do alto da arriba, olhamos para cima, quem lá estava, o Miguel Serra que tinha ouvido a nossa conversa na loja e veio fazer companhia à malta.


Juntos lá fomos até aos Guiões, para mais umas horas de pesca, a maré estava mesmo na cota certa de agua, fomos engodando a miude, pois o pesqueiro ganhava algumas correntes fortes quando vinham os enchios.
Deixei o júnior entregue aos meus companheiros e fui num instante apanhar uns mexilhões para o petisco, a minha pesca foi esta, valeu a pena, muito bom tamanho e que gordos que estavam.





O peixe que procurávamos lá apareceu timidamente, uns sargos de bom calibre animaram alguns dos pescadores, eu ainda peguei na cana 2 ou 3 vezes, nessas poucas vezes que peguei na cana ferrei peixe, impressionante, parecia que tinha magnetismo.

Outros ouve que tentaram de tudo para safar a grade, foi à chumbadinha, à bóia com a cana esticada, à bóia com a cana encolhida, até que conseguiu apanhar um sargo também.
O meu pai andou um pouco afastado de nós, a pescar à chumbadinha, também apanhou 2 sargos, apenas se juntou a nós no final para a foto.


Além de mais uns sargos, saiu também mais uma tainha e uma salema, o mar ganhava muita força e deixava de ter condições, estava mesmo na hora certa, hora de almoço, demos por terminada a pescaria e satisfeitos voltamos a casa, prontos para mais uma semana de labuta.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Prenda de Natal personalizada

O Natal já lá vai mas deixou no meu sapatinho uma prenda 5 estrelas, altamente personalizada, um suporte para canas de alta categoria.





Claro que as cana não vieram incluídas no pacote he he he 
Feito na Carpintaria Ferreira, do meu colega de pesca Jorge Ferreira, em contraplacado marítimo, dá para 32 canas, mais 4 ao centro, com grandes acabamentos, pegas laterais que dão um jeitão, com o pormenor da gravação do meu nome em todas as tábuas.
Agora sim, as minhas canas estão bem arrumadinhas!!! 
O que dizem, 5 estrelas não??

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O que vão fazer???

Vou divulgar um pequeno artigo de opinião sobre sardinha, que fiz em Novembro a pedido da Revista Mundo da Pesca.
Este foi digitalizado por um companheiro de pesca e partilhada no facebook, a quem agradeço a partilha.
Aproveito para tentar saber também a vossa opinião acerca deste assunto.

As perguntas foram estas:
Não dispensas as sardinhas para iscar e engodar na competição, por vezes em quantidades apreciáveis. Como vai ser agora com o aumento do preço da mesma?
Quais são as opções que tomarás para contrariar esta situação?
Logicamente que não dispenso a rainha de todas as iscas, a sardinha para iscar e engodar, na maior parte das minhas jornadas é só isto que levo, mas sou bastante moderado no gasto de engodo que a vida está cara,  não sou apologista da ideia «quanto mais engodo gasto, mais peixe entra no pesqueiro», não existe uma relação proporcional, o importante é saber onde o gastar, como o gastar nas horas e nos pontos chave, para tal à que saber ler o mar, de modo a que o dito engodo, não disperse para longe, sem realizar o efeito desejado, isso sim é fundamental, não gasto por gastar, com apenas 3/4kg de sardinha realizo a maior parte das minhas jornadas de pesca, contrariamente a muitos dos meus colegas, que gastam bastante mais que eu e na maior parte das vezes sem melhores resultados. Sou bastante ecológico, nunca mando para o mar os restos de sardinhas que sobram das jornadas, volta tudo para casa, muitas vezes trago do mar restos de sardinhas que outros pescadores lá deixaram, voltam para o congelador para próxima jornada, sou um pescador ecológico e bastante preocupado com a sustentabilidade.

Já à alguns anos que penso nesta situação da falta de sardinha para engodo e isca, é sem duvida uma boa questão, existem no mercado alguns engodos em pó ou líquidos, talvez seja uma solução, misturado com cavalas ou carapau que por enquanto tem preços mais em conta,
Gastar menos engodo, do que o gasto é quase impossível, como não me vejo a pescar à bóia sem engodo, pelo menos na minha zona, provavelmente terei de abdicar da modalidade de pesca à bóia e dedicar-me ao spinning ou Surfcasting, deixar de pescar é que não!!!!!

A resposta foi simples e sincera, quem me conhece sabe como sou poupadinho e ecológico he he he...
E vocês que também usam e abusam da sardinha, quer para isco e engodo, o que vão fazer???

domingo, 3 de janeiro de 2016

Armados em mirones

Numa altura em que entramos na época forte de spinning, viramos mirones, passamos minutos, horas, dias e dias, de binóculos na mão, correndo arribas a ver se vemos os robalos nas ondas, na ponta das linhas, ou até mesmo nos sacos de alguns pescadores mais teimosos que se fazem ao mar.
Assim só lá vou pela certa, temos de aprender com os grandes pescadores desta arte.
Por agora não vale a pena lá irem, não vimos nada ainda, quando vir alguma coisa aviso he he he
Abraços e bons lances 
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