Este espaço destina-se à divulgação da pesca, em especial da pesca à bóia e da pesca de competição, onde relato as minhas pescarias e aventuras na região Oeste e não só.

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

À moda antiga

Depois do ultimo post realizado sobre canas foram vários os comentários sobre os antigos e velhinhos canelões, que nas mãos de muitos pescadores ainda continuam a trabalhar a realizar grandes capturas, é o caso do amigo Pêjotafixe que não prescinde deste tipo de canas.
Estes mesmos comentários fizeram-me relembrar tempos antigos quando só pescava ao fundo( surfcasting) com um canelão de 4,5mts que o meu pai me trespassou quando ele comprou um novo para ele, com um carreto Sofi, que era uma grande maquina.
 
Nesta altura quase todos os pescadores pescavam ao fundo e como as canas eram inteiriças não dava muito jeito para transporte e para arrumação como o caso do amigo Artur que tinha de fazer uma enorme ginástica para arrumar a cana dentro do apartamento no 2º andar.
O transporte das canas para as nossas jornadas de pesca era feito à base de muita arte e engenho, em que na maior parte dos casos era feito nos tejadilhos dos carros com auxilio de uma esponja velha de um sofá onde apoiávamos as canas e que posteriormente eram amarradas em ambas as pontas com um cordão que se atava nos para-choques dos mesmos para irem bem seguras.
Aqui ficam umas fotos muito caricatas, bastante especiais e carregadas de simbolismo pois foram tiradas no meu casamento, onde podemos ver este método em funcionamento no Mini que usávamos para ir para a pesca, que serviu como viatura de transporte dos noivos.

É assim, o vicio era tanto que até mesmo no dia de casar levei a cana comigo, é também curioso que foi nesse mesmo dia que consegui realizar a melhor captura da minha vida.
Era digno de ver tal aparato, sempre que íamos para pesca toda a gente sabia pois este método não era nada discreto, deixando aos olhos de todos o que íamos fazer.
Já mais tarde a policia começou a aplicar multas pois as canas ao serem transportadas assim ultrapassavam os limites legais das viaturas e foi ai que nos vimos obrigados a mudar de sistema, tivemos de partir as canas em 2 partes o que de certa forma tirava alguma performance destas afectando o seu trabalhar.
Foram tempos engraçados e que recordo com saudade, hoje com a evolução dos materiais as canas encolhem de tal modo que quase as conseguimos transportar quase no bolso.
Já me esquecia do dito pano vermelho colocado na ponta traseira da cana, como os amigos Pêjotafixe e JCordeiro referem nos seus comentários, mas como este dia era de festa  o dito ficou em casa, mal seria que a policia estragasse este grande dia por causa de um pormenor.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Cana de pesca à Inglesa VS Telescópica de Bóia

Apesar de este fim de semana não ter ido à pesca a vontade de estar com a cana na mão  fez-se sentir e aproveitei a oportunidade para pegar nas ditas e realizar este post onde vou dar a minha opinião no que toca a canas de pesca de bóia,  baseado na minha experiência pessoal.
Certamente muito já foi dito e debatido sobre este tema,  qual o melhor tipo de canas para pescar à bóia?
Uns preferem canas compridas outros canas curtas, uns preferem canas com acções altas outros com acções baixas, neste pontos depende muito do tipo de pesca que se deseja fazer se temos de içar peixe ou apenas encalha-lo.


Quando comecei a pescar à bóia era com uma cana telescópica em fibra, e nessa altura pescava com fios de diâmetros que andavam entre o 0,20mm e 0,25mm e bóias de gramagem altas(entre 10 e 20grs)que se ajustavam perfeitamente para esse tipo de cana.
Vendo que os grandes pescadores pescavam quase sempre com linhas abaixo dessas medidas entre 0,14mm e 0,18mm e bóias bastante mais leves, tentei imitar mas as coisas acabavam por não funcionar como mais desejava correndo mal na maior parte das vezes.
Comecei então por ir tirando algumas conclusões com as mudanças, pescando com fios mais finos abaixo de 0,20mm e bóias mais leves conseguia ferrar mais peixes mas tira-los era quase impossível pois a cana era demasiado rija e acabavam por partir alinha deixando-me frustrado.
Sendo um bom observado, reparei que esses mesmos pescadores pescavam com canas muito mais sensíveis, leves e que por esse motivo conseguiam pescar muito mais fino tirando os peixes sem grandes problemas. Era então hora de mudar para uma cana mais sensível e tentar por em pratica uma pesca mais fina, notando logo grandes diferenças no que toca a capturas, estas mudanças facilitaram também em muito conseguir iscar correctamente com sardinha, aumentando consideravelmente o numero de capturas.
Dai para a frente foi uma questão de pratica muitas horas de pesca , de troca de conhecimentos e de testar muitos pesqueiros para ir tirando novas conclusões.
Um dia num concurso de pesca em Cambelas em que fiquei em 1º lugar e como prémio escolhi uma cana de pesca à Inglesa, essa cana veio mudar radicalmente a minha pesca pondo praticamente as canas telescópicas de lado.
Estas canas são bastante leves de acções muito baixas que permite pescar muito fino com grandes vantagens no que toca a ferragem do peixe, pois sendo uma cana leve encurta o tempo de ferragem que em muitas situações faz a diferença, claro que se estivermos apescar o mais proximo da agua encurtando os metros de fio que separa a ponteira da bóia tambem é um factor relevante. Outra vantagem desta cana é que permite ao pescador estar muitas horas a pescar sem sentir cansaço, pois é tão leve que parece que não temos nada nas mãos.
Mas como não ha bela sem senão, estas canas também tem defeitos sendo o maior deles o transporte, onde não as conseguimos levar com montagens feitas para a pesca( bastante necessário em competição), são demasiado frágeis e qualquer toque podemos partir um passador ou mesmso a cana, como os pesqueiros onde pesco são de acessos difíceis torn-se complicado o seu transporte, de resto nada a apontar.
Olhem  o grande sacrifício e esforço que vinha a fazer por trazer as canas e balde de engodo numa mão e na outra uma lata cheia de peixe, é um sofrimento que eu sei lá, pena é não sofrer assim todas as vezes que vou à pesca!!
Não sendo um tipo de canas muito utilizado para a pesca de mar pois foi criada para pesca de rio, é para o meu tipo de pesca com pouca àgua em que na maior parte das vezes não é necessário levantar peixe  a cana ideal, tendo varias com medidas diferentes para varios tipos de pesqueiros, uma de 3,6mts, outra de 4mts e outra de 5mts.
Claro é que tenho também canas telescópicas que utilizo para pesqueiros onde tenha de içar peixe, para pescar à chumbadinha, ao pião ou até mesmo à bóia com pescas mais ligeiras, todas com as suas diferentes caracteristicas com medidas entre 4,20mts e 5mts em que a arrumação e transtorte são a maior vantagem, estas permitem ir todas montadas de casa e chegado ao pesqueiro é só escolher a que mais indicada ao pesqueiro, esticar e lançar.
Isto é apenas a minha opinião, mas melhor cana é aquela em que o pescador se afeiçoa a ela de tal modo que parece que foi feita à sua medida, se lhe colocarem nas mãos outras canas, ele pode até gostar, mas vai dizer que gosta mais de pescar com a dele, pois está feito aquela cana e é com ela que se sente à vontade e confiante para mais uma jornada, sendo então o factor «habito» muito importante na escolha da cana.
Se tiverem outra opinião ou ponto de vista partilhem!!!!
Boas pescas.

terça-feira, 19 de junho de 2012

24º Concurso de pesca do Bárrio

Este domingo realizou-se o 24º concurso de pesca do Bárrio(perto de Alcobaça), onde estiveram presentes 145 pescadores, a prova realizou-se no litoral entre a Foz do Arelho e a praia dos Salgados.
O tempo e o mar apresentavam muito boas condições para a pescaria, aguas calmas e abertas como eu gosto, onde temos de procurar zonas de agua mais batida onde faça uma branca de modo a enganar melhor o peixe e que me dava espectativas para mais uma grande jornada.
Desta feita tive como companheiros de pesca o meu pai e o grande amigo Artur Silva, depois do sorteio rumamos para o pesqueiro, a escolha do pesqueiro foi minha, fomos pescar nos Vatos(perto da saída do lado sul da baía de São Martinho do Porto).
Como o carro não fica perto do pesqueiro começamos logo com uma caminhada ainda longa para o pesqueiro, onde podemos apreciar a bela paisagem e natureza onde o aroma do mar se cruzava com o cheiro dos pinhais.


Depois de montar as canas e engodar o pesqueiro demos inicio à faina, uns mais à direita outros mais à esquerda e peixe nem vê-lo, com o encher da maré começaram a sentir-se alguns peixes mas bastante desconfiados e difíceis de enganar.
As horas iam passando e as coisas não me estavam a correr de feição, desde peixes a desferrar e algumas Salemas a partir, estava a ficar um pouco irritado, durante aprova ainda perdi 3 bóias, normalmente nunca perco nenhuma, é daqueles dias em que não vale a pena contrariar pois tudo parece corre mal.



No final do concurso ainda ficaram alguns peixes na lata, 2 salemas, 2 tainhas, 4 sargos e um bodião, os meus companheiros de prova também tiveram pescarias idênticas, onde se destacou o amigo Artur ao ser o melhor classificado da Bordinheira, com a captura de 3 bons sargos e um robalote e 2 Salemas alcançando um brilhante 22º lugar (e ainda teve tempo de tirar umas grandes fotos, obrigado amigo!!!).
Depois da pesca feita restava agora percorrer a longa caminhada para o carro, mas agora com algum sacrifício pois o calor apertava e estávamos exaustos derivado às condições agressivas do pesqueiro. Apesar de não ter feito grande pescaria ainda deu para ficar em 28º lugar.
O primeiro classificado deste grande concurso foi o grande amigo António Santos mais conhecido por Tóni do G.D.R. Tornada com 23990 pontos a quem dou os parabéns pois fez uma grande prova.


Por equipas a vitória coube ao G.D.R. Tornada e por clubes ganhou o Independente de Peniche.
Quero felicitar a organização dando os parabéns pois realizaram um grande convívio onde esteva tudo 5 estrelas, principalmente o almoço com uma magnifica sopa da pedra e uma carne de porco à alentejana.


Ficou também a promessa desta colectividade que pró ano se organizar um grande concurso pois será o 25º e como não é todos os dias que uma colectividade atinge um nº tão alto de provas realizadas esperam-nos grandes e agradáveis surpresas.
Assim sendo podem contar comigo pois vale bem a pena participar num dos mais conceituados convívios, onde gostam e sabem receber quem vier.

sábado, 16 de junho de 2012

Mais uma boa captura

Aqui está mais uma excelente captura feita pelo amigo Mário Rodrigues dos Casais de São Lourenço, feita lá para os lados da Ericeira num dos seus quintais a pescar à chumbadinha  com caranguejo da pedra( também conhecido por moiras).
Este magnifico exemplar acusou na balança 3,700kg, e é com muito gosto que partilho esta captura convosco, a malta de São Lourenço nunca falha!!!!
Parabéns ao pescador e que venham mais destes.

terça-feira, 12 de junho de 2012

18º concurso da APCACO Colares

Neste domingo realizou-se mais um grande concurso de pesca no litoral Sintrense organizado pela APCACO Colares onde compareceram 140 pescadores, com o tempo e o mar em muito boas condições faziam prever uma grande jornada de pesca.
O dia começou bastante atribulado, com o despertador a tocar bem cedo e eu a ficar mais um pouco na cama adormecendo inevitavelmente, só acordando depois do meu pai me ligar há hora marcada para arrancar para Colares .
Toca a levantar a correr, sem tomar o pequeno almoço, carregar as tralhas no carro e arrancar que se faz tarde, vida de pescador é difícil!!!
Pelo caminho apanho um coelho que tinha levado um porrada de um carro e estava a deambular na berma da estrada, mando o meu pai parar o carro e agarro-o acabando com o sofrimento do animal, entro no carro e digo ao meu pai, «a pescaria está feita!!!!».  
Por norma quando apanho um coelho no caminho para a pesca, esta é muito fraca ou nula, são superstições, restava ver como ia acabar esta.
Não sendo grande conhecedor da costa Sintrense fomos pescar para a praia da Aguda (perto da praia de Magoito), num pesqueiro que se adapta na perfeição para o meu tipo de pesca e que nas pescarias que lá fiz tem dado resultados bastante positivos.
Como a maré estava a vazar e os caneiros ganhavam alguma corrente para dentro, faço um balde de engodo grosso com areia de modo a que ao engodar na ponta do caneiro este não abalasse logo e pondo o peixe a comer perto de mim.
Como o mar era manso monto uma cana com 0,165mm e bóia de 3grs, lanço e começo logo a tirar sagotes  uns atrás dos outros e uma ou outra tainha, conforme a maré foi descendo ia acompanhando o caneiro e as capturas foram continuando e no final da prova a lata estava bem composta com sargotes, uma salema e 5 tainhas.
Depois da pesagem apenas 3,400kg contabilizaram para o grupo dos sargos pois o peso mínimo para este grupo é 200 gramas todos os que tinham entre 100gr e 200gr pontuaram no grupo das tainhas, ou seja tinha mais 3,500kg de sargos que pontuaram como tainhas, somando o peso das tainhas deu 6,050kg totalizando 19650 pontos e alcançando um merecido 4º lugar.
Este concurso foi ganho pelo João Paulo da GAP de Magoito com 24500 pontos(24,500kg de peixe) capturando 77 peixes, a quem dou os meus sinceros parabéns pois é um jovem pescador que começa a dar porrada nas velhas raposas da pesca em competição, temos campeão!!!
E bem que precisamos de sangue novo na competição pois as novas gerações andam afastadas destas lides, é sempre bom ver aparecer novos e bons valores.
Este concurso fica marcado pelo bom ambiente entre todos e grande camaradagem, com brincadeiras daquelas que nos fazem rir até rebentar, ele à malta que gosta de por piri-piri em tudo é no arroz doce é nas bananas, e também descobrir que tenho na equipa tenho artistas que duma laranja conseguem fazer obras de arte, muito bom!!!


Quero dar os parabéns à organização pelo bom convívio que nos proporcionaram deixando apenas dois reparos a fazer em relação à pesagem, que são, arranjar uma sombra para a zona de pesagem de modo a que o peixe esteja à sombra (os meus sargos ficaram todos rebentados) e na minha opinião não pontuarem sargos com menos de 200grs ou então se os pontuarem que seja como sargos, pois não faz sentido pontuar esses sargos como tainhas pois acabamos por matar os sargos na mesma!!
Um aparte, alguém veio dizer-me que tinha ouvido a conversa do costume, que o meu pai apanhava peixe e punha na minha lata, e como quem não se sente não é filho de boa gente, aqui fica a resposta para essas pessoas.
               
          

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Aluno passa com boa nota

Hoje foi participar num concurso convívio das festas anuais de Cambelas a convite do António Luis Santos, uma pessoa que preso bastante e também porque fiz parte da equipa de pesca local, e por isso não podia faltar à chamada.
Aproveitei a oportunidade para levar o meu pequeno pescador(eu não pesquei) para ter mais uma lição de pesca e para atiçar mais o vicio da pesca em competição.
Como ia com ele tentei procurar um local onde ele pudesse estar em segurança e com bom acesso, tinha dois locais em mente, fui espreitar a praia de Cambelas mas como tinha muito limo solto e sujidade decidi ir espreitar à praia da Foz(Sizandro) onde decidimos realizar a pescaria.
Tralha às costas e toca de atravessar o areal subimos para cima da lage onde desagua o rio, foi ai que começamos a pescar.
Monto a cana, faço um balde de engodo com areia de modo a que trabalhasse mais no fundo do pesqueiro e não abalasse muito pois o mar tinha alguma corrente,  as condições eram convidativas para dar peixe, com a agua aberta mas mexida e umas areias a tapetear o fundo com coroas de areia mais dentro.
Isco a cana e lanço, passo a cana para a mão do aprendiz que como ainda é pequeno só tem de trancar o peixe e tentar tirar o peixe, não tardou muito para começar a tirar peixe, uns sargotes jeitosos com mais alguns toques com ferragens falhadas, era ver a alegria dele a dar à manivela sem para até o peixe ficar a seco( era até a bóia bater na ponteira tal era a vontade de os tirar).
De vez em quando pedia ajuda para tirar os peixes que davam um pouco mais de luta, com o vazar da maré ficamos sem agua no pesqueiro e fomos obrigados a ir um pouco mais a sul pescar na lage da mesa onde se repetiu a história com mais alguns peixes capturados, e mais ferragens falhadas.
No final da pescaria o petiz contabilizou com enorme entusiasmo o peixe e tinha a lata bem composta, com 24 sargotes, 2 tainhas e uma salema.
Eu gostei de ver que o aluno em acção e já se nota algumas melhorias, para mim passa com distinção.
A boa prestação resultou numa vitória merecida onde também conseguiu acumular o prémio de maior nº de exemplares com 27 peixes, parabéns ao pequeno campeão.
Quero ainda salientar o bom convívio e excelente almoço que a organização preparou, também estão de parabéns.          

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Pesqueiro da Foz do Lizandro

A praia da Foz do Lizandro situa-se perto da Ericeira no concelho de Mafra, no canto sul da praia desagua o rio Lizandro que lhe dá o nome.


Esta praia é  composta por fundo misto de areia e pedra na parte sul, e de grandes lajes com uns bons caneiros na parte norte da praia a que chamam de Malhadinha.


 

Bom pesqueiro para todo o tipo de pesca, desde spinning, surfcasting, e bóia, onde podemos capturar praticamente todo o tipo de peixes, mas onde os Sargos e robalos são reis,  as Tainhas e Salemas também  abundam,  no verão com o mar manso também podemos apanhar carapaus e cavalas e se tivermos sorte uma ou outra dourada.

Para mim as melhores horas de pesca à  são as 3 horas antes da baixa mar e as 3 depois, com o mar com ondulação de 2mts, com o mar mais manso consegue-se pescar praticamente toda a maré.
Uma praia com bom acesso, bastante agradável com uma paisagem espectacular, sem duvida um spot a ter em conta.

domingo, 3 de junho de 2012

Deu para o jantar

Hoje decidi ir tentar nova investida aos sargos, combinei com o amigo Hélder bem cedo e decidi irmos até ao Paiol(pequena praia a norte da Assenta), pesqueiro onde já não ia à bastante tempo mas onde os sargos costumam aparecer muitas vezes.
Começamos a pescar, a maré ainda vazava e as condições do pesqueiro eram bastante convidativas e propicias para a pesca correr bem, após engodar e alguns lances vimos que ainda não ia ser desta que os sargos andavam por lá e a pesca ia ser bastante sofrível.
Ao longo da jornada foi saindo uma ou outra tainha e salema com alguns peixes a desferrar, entre algumas capturas de pequenos sargos prontamente devolvidos.
Já no final da jornada ainda fui apanhar 2 sargos jeitosos num pesqueiro de aguas bastante corridas entre um amontoado de pedras e dar mais uma demonstração ao Hélder de um tipo diferente de pesca que aprendi a ver um velho do mar, e que em desespero utilizo bastantes vezes em finais de pescaria com bons resultados no que toca a sargos.
No final aproveitou-se estes 3 sargos, esperamos que para a próxima o peixe colabore,  bem como a maquina fotográfica que deve estar com algum problema, ora tira fotografias ora já não funciona, impedindo  que se faça umas fotos de qualidade.
Aqui ficam as fotos do pesqueiro quando começamos.

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